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acolhedoradepais - 209 posts

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    #Repost #acolhedoradepais 👨‍👩‍👧‍👦✨Pagar boas escolas, plano de saúde, roupas novas, brinquedos modernos, celulares da moda, viagens dos sonhos e festas de aniversários grandiosas definitivamente é uma escolha sua, mesmo que seus filhos tenham pedido insistentemente, ou que você julgue alguns desses gastos como essenciais....eles são uma escolha sua. E ainda que a sua escolha (ou impossibilidade) de não ter gastos homéricos com os filhos, mas que haja o esforço diário para fazer uma comida novinha, deixar as roupas limpinhas e dar o melhor que você consegue para educar seus filhos com amor e respeito....ainda assim é uma escolha sua. Essa escolha não gera uma espécie de crédito para nós, os pais. Essa escolha não pode e nem deve ser colocada como uma dívida a ser paga, seja com obediência, agrados, afeto , bons comportamentos ou até o cuidado na nossa velhice. 🤗O amor, o cuidado e até os agrados devem ser feitos aos filhos de maneira incondicional. Porque nenhuma relação é um contrato de serviços a serem prestados, muito menos a de pais e filhos. O nosso amor, esforço e dedicação para cuidar e amar os seres que nós colocamos no mundo (mesmo que trazer estes seres humanos ao mundo não tenha sido uma escolha consciente), não pode gerar uma dívida por quem não pediu para adquiri-la. Carregar essa dívida é uma cruz muito pesada, além de que é uma dívida impagável, daquelas que você vai precisar parcelar a vida inteira. Amor não se cobra, filho não precisa deixar os pais orgulhosos porque estes pais deram “comida e roupa lavada” (lê-se amor). Você pode até achar que amor incondicional não existe e que há sempre um interesse de receber algo em troca nas relações. 💞E eu te digo que esse amor existe, e ele se encontra aí com você...Filhos nascem programados para amar seus pais incondicionalmente, e a maior prova disto é que eles esquecem as falhas dos pais ou até conseguem encontrar justificativas no amor para elas. .
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🌸 Psicóloga Vanessa Costa
🌈 Psicoterapia para crianças, adolescentes e Orientação Parental
📱(37)99914.3246

#psicologia #psicologiapositiva #criancas #adolescentes #infantojuvenil #infancia #psicologaparademinas #parademinas #parademinasmg

    #Repost #acolhedoradepais 👨‍👩‍👧‍👦✨Pagar boas escolas, plano de saúde, roupas novas, brinquedos modernos, celulares da moda, viagens dos sonhos e festas de aniversários grandiosas definitivamente é uma escolha sua, mesmo que seus filhos tenham pedido insistentemente, ou que você julgue alguns desses gastos como essenciais....eles são uma escolha sua. E ainda que a sua escolha (ou impossibilidade) de não ter gastos homéricos com os filhos, mas que haja o esforço diário para fazer uma comida novinha, deixar as roupas limpinhas e dar o melhor que você consegue para educar seus filhos com amor e respeito....ainda assim é uma escolha sua. Essa escolha não gera uma espécie de crédito para nós, os pais. Essa escolha não pode e nem deve ser colocada como uma dívida a ser paga, seja com obediência, agrados, afeto , bons comportamentos ou até o cuidado na nossa velhice. 🤗O amor, o cuidado e até os agrados devem ser feitos aos filhos de maneira incondicional. Porque nenhuma relação é um contrato de serviços a serem prestados, muito menos a de pais e filhos. O nosso amor, esforço e dedicação para cuidar e amar os seres que nós colocamos no mundo (mesmo que trazer estes seres humanos ao mundo não tenha sido uma escolha consciente), não pode gerar uma dívida por quem não pediu para adquiri-la. Carregar essa dívida é uma cruz muito pesada, além de que é uma dívida impagável, daquelas que você vai precisar parcelar a vida inteira. Amor não se cobra, filho não precisa deixar os pais orgulhosos porque estes pais deram “comida e roupa lavada” (lê-se amor). Você pode até achar que amor incondicional não existe e que há sempre um interesse de receber algo em troca nas relações. 💞E eu te digo que esse amor existe, e ele se encontra aí com você...Filhos nascem programados para amar seus pais incondicionalmente, e a maior prova disto é que eles esquecem as falhas dos pais ou até conseguem encontrar justificativas no amor para elas. .
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    #psicologia #psicologiapositiva #criancas #adolescentes #infantojuvenil #infancia #psicologaparademinas #parademinas #parademinasmg

    23 2 9 May, 2019
    Tem se questionado muito sobre se a forma que você educa seus filhos é a forma correta? A gente nem precisa realizar um atendimento para eu te falar que não existe forma certa e nem errada. Existe a forma que faz sentido pra você. Que é a que atende as necessidades dos seus filhos, as suas e da sua família. Agora, se você não tem conseguido atender as estas necessidades e de alguma forma a Parentalidade não tem tido o sentido que você gostaria, pode ser que você precise de ajude! Aí sim, um encontro comigo pode ser útil. Nos atendimentos a gente pode trabalhar todos os assuntos que permeiam a Parentalidade, o desenvolvimento das crianças, as relações familiares e ainda sobre o teu processo de autoconhecimento. Tudo isso sob a perspectiva da Psicologia. .
O que acontece depois dos nossos encontros? A possibilidade de enxergar novas estratégias e práticas para construir relações saudáveis com você mesmo e com as crianças, além da chance de abandonar aquelas que não estavam funcionando. E no final, o poder de criar relações com significado, de educar a si mesmo e educar seus filhos de forma saudável.  A minha agenda de atendimentos online para ABRIL está aberta. Se você precisa da minha ajuda, fala comigo por DIRECT. .

Ana Flora Medeiros 
Psicóloga Parental -CRP 13/6519
Pós graduada em Parentalidade Positiva
Especialista em Neuropsicologia
Mestranda em Psicologia do Desenvolvimento
www.acolhedoradepais.com

#parentalidadepositiva #acolhedoradepais #educaçãonaoviolenta #educarcomamor  #psicologiaonline #psicologiaparental #educaçãoparental #desenvolvimentoinfantil

    Tem se questionado muito sobre se a forma que você educa seus filhos é a forma correta? A gente nem precisa realizar um atendimento para eu te falar que não existe forma certa e nem errada. Existe a forma que faz sentido pra você. Que é a que atende as necessidades dos seus filhos, as suas e da sua família. Agora, se você não tem conseguido atender as estas necessidades e de alguma forma a Parentalidade não tem tido o sentido que você gostaria, pode ser que você precise de ajude! Aí sim, um encontro comigo pode ser útil. Nos atendimentos a gente pode trabalhar todos os assuntos que permeiam a Parentalidade, o desenvolvimento das crianças, as relações familiares e ainda sobre o teu processo de autoconhecimento. Tudo isso sob a perspectiva da Psicologia. .
    O que acontece depois dos nossos encontros? A possibilidade de enxergar novas estratégias e práticas para construir relações saudáveis com você mesmo e com as crianças, além da chance de abandonar aquelas que não estavam funcionando. E no final, o poder de criar relações com significado, de educar a si mesmo e educar seus filhos de forma saudável. A minha agenda de atendimentos online para ABRIL está aberta. Se você precisa da minha ajuda, fala comigo por DIRECT. .

    Ana Flora Medeiros
    Psicóloga Parental -CRP 13/6519
    Pós graduada em Parentalidade Positiva
    Especialista em Neuropsicologia
    Mestranda em Psicologia do Desenvolvimento
    www.acolhedoradepais.com

    #parentalidadepositiva #acolhedoradepais #educaçãonaoviolenta #educarcomamor #psicologiaonline #psicologiaparental #educaçãoparental #desenvolvimentoinfantil

    41 0 21 March, 2019

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    Entendo perfeitamente essa colocação. Luísa é tão envergonhada e com isso leva a fama de mal educada. Como as pessoas são julgadoras. Triste, quando vc tem que se isolar do convívio com outros, mas necessário para defender nossos filhos. Nem todas as crianças são iguais e se não tiverem país perceptíveis, acabam por não ajudar essa criança em seu emocional. Nem sempre tá bom viver nesse mundo com pessoas se tornando cada vez mais sem empatia. #filhos #crianças #emocional #saberlidarcomasdiferenças #acolhedoradepais #tudoporela

    Entendo perfeitamente essa colocação. Luísa é tão envergonhada e com isso leva a fama de mal educada. Como as pessoas são julgadoras. Triste, quando vc tem que se isolar do convívio com outros, mas necessário para defender nossos filhos. Nem todas as crianças são iguais e se não tiverem país perceptíveis, acabam por não ajudar essa criança em seu emocional. Nem sempre tá bom viver nesse mundo com pessoas se tornando cada vez mais sem empatia. #filhos #crianças #emocional #saberlidarcomasdiferenças #acolhedoradepais #tudoporela

    9 0 2 March, 2019

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    Excelente sexta a todos !!! Respeito sempre 💖

    Excelente sexta a todos !!! Respeito sempre 💖

    40 7 8 February, 2019
    Bom dia 🤗 A sua casa é de verdade ou é para receber visitas?...será que tem um meio termo?! A família convive à vontade, e mantém a casa em ordem para uma convivência respeitosa e recebe os amigos com aconchego?
.
@acolhedora.de.pais Uma ótima dica para manter o ambiente pacífico em casa com as crianças é que o local seja apropriado para elas. O local onde a criança passa boa parte do tempo precisa ser livre para que elas o explorem. .
.

Já pensou passar o dia dizendo o que não pode à criança? Se isso tá acontecendo aí na sua casa talvez seja preciso rever o espaço que ela tem pra explorar e se pode ficar e se sentir  segura em seu próprio ambiente.
.
A exploração precisa ser livre de broncas e repressões a cada 2 minutos. Se a criança tiver liberdade de explorar a sua casa ela terá oportunidade de desenvolver confiança em um ambiente que é dela. .
Claro que haverá limites! Aliás eles precisam existir. Mas, eles não podem se sobrepor a liberdade da criança explorar.  E isso traz tranquilidade pra todo mundo, para os adultos, de sentirem que seus filhos estão seguros  e para as crianças aprendem sobre essa segurança. .
. 💻Atendimento Online - acolhedoradepais@gmail.com
💻Programa de Psicoeducação de Pais - acolhedoradepais@gmail.com .
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Ana Flora Medeiros 
Psicóloga Parental
Pós graduada em Parentalidade Positiva
Especialista em Neuropsicologia
Mestranda em Psicologia do Desenvolvimento
www.acolhedoradepais.com
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#desenvolvimentoinfantil #acolhedoradepais #parentalidadepositiva #educaçãopositiva #educaçãonaoviolenta #educarcomamor #psicologiaparental #psicoeducaçãodepais #educaçãodepais #educaçãofamiliar #educarcomrespeito #parenting #motherhood #maternidade #paisfelizesfilhosfelizes #criançasfelizes

    Bom dia 🤗 A sua casa é de verdade ou é para receber visitas?...será que tem um meio termo?! A família convive à vontade, e mantém a casa em ordem para uma convivência respeitosa e recebe os amigos com aconchego?
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    @acolhedora.de.pais Uma ótima dica para manter o ambiente pacífico em casa com as crianças é que o local seja apropriado para elas. O local onde a criança passa boa parte do tempo precisa ser livre para que elas o explorem. .
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    Já pensou passar o dia dizendo o que não pode à criança? Se isso tá acontecendo aí na sua casa talvez seja preciso rever o espaço que ela tem pra explorar e se pode ficar e se sentir segura em seu próprio ambiente.
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    A exploração precisa ser livre de broncas e repressões a cada 2 minutos. Se a criança tiver liberdade de explorar a sua casa ela terá oportunidade de desenvolver confiança em um ambiente que é dela. .
    Claro que haverá limites! Aliás eles precisam existir. Mas, eles não podem se sobrepor a liberdade da criança explorar. E isso traz tranquilidade pra todo mundo, para os adultos, de sentirem que seus filhos estão seguros e para as crianças aprendem sobre essa segurança. .
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    Ana Flora Medeiros
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    82 2 19 December, 2018
    ・・・
Precisamos falar sobre o que realmente acontece por trás de determinados comportamentos e acabar com as crenças de que crianças testam sua sanidade mental propositalmente, ou fazem algo pra te provocar ou ainda são seres que vieram a esse mundo pra tirar totalmente sua paciência. Não se trata disso! Crianças choram sim, fazem coisas que podem parecer desafiadoras pra gente e nos fazem duvidar da nossa capacidade de educá-las. Mas definitivamente nada disso é proposital ou é um indicativo de que a criança é ruim, desobediente, de que tá tudo perdido. Muito menos é nossa função controlar e inibir, através de poder, determinados comportamentos. Nossa função, enquanto pais e educadores, é a de guiar, ser margem, ajudá-las a desenvolverem as estratégias adequadas , falar sobre o que não é coerente pra elas, pra nós e para os outros. Portanto , paremos com os rótulos e com as profecias sobre o futuro de crianças que ainda não conseguem agir da maneira que você espera. .
.
Ana Flora Medeiros
Psicóloga Parental
Pós graduada em Parentalidade Positiva
Especialista em Neuropsicologia
Mestranda em Psicologia do Desenvolvimento
www.acolhedoradepais.com 
#parentalidadepositiva #acolhedoradepais #desenvolvimentoinfantil #educaçãopositiva #educaçãonaoviolenta #educarcomresponsabilidade #educarcomamor #acolhimentofamiliar #psicologiainfantil #psicologiaparental #birras #castigo #parenting #motherhood #inteligênciaemocional #equilibrioemocional #equilibrioparental

    ・・・
    Precisamos falar sobre o que realmente acontece por trás de determinados comportamentos e acabar com as crenças de que crianças testam sua sanidade mental propositalmente, ou fazem algo pra te provocar ou ainda são seres que vieram a esse mundo pra tirar totalmente sua paciência. Não se trata disso! Crianças choram sim, fazem coisas que podem parecer desafiadoras pra gente e nos fazem duvidar da nossa capacidade de educá-las. Mas definitivamente nada disso é proposital ou é um indicativo de que a criança é ruim, desobediente, de que tá tudo perdido. Muito menos é nossa função controlar e inibir, através de poder, determinados comportamentos. Nossa função, enquanto pais e educadores, é a de guiar, ser margem, ajudá-las a desenvolverem as estratégias adequadas , falar sobre o que não é coerente pra elas, pra nós e para os outros. Portanto , paremos com os rótulos e com as profecias sobre o futuro de crianças que ainda não conseguem agir da maneira que você espera. .
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    Ana Flora Medeiros
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    Pós graduada em Parentalidade Positiva
    Especialista em Neuropsicologia
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    #parentalidadepositiva #acolhedoradepais #desenvolvimentoinfantil #educaçãopositiva #educaçãonaoviolenta #educarcomresponsabilidade #educarcomamor #acolhimentofamiliar #psicologiainfantil #psicologiaparental #birras #castigo #parenting #motherhood #inteligênciaemocional #equilibrioemocional #equilibrioparental

    124 6 13 December, 2018
    Estamos sempre cheios de boas intenções. “Se eu posso comprar, pra que raios fazer a criança passar vontade? Ou se não posso, por que não fazer um esforço? Afinal não quero que meu filho seja o único na escola que não tem o último modelo do iphone. Era tão ruim quando eu estava nessa posição”
X
“Aqui em casa nada vem fácil! Na minha época não tinha negócio de celular, roupa da moda, brinquedo caro...Sofri pra conseguir tudo e faço a mesma coisa com meu filho. Dinheiro não nasce em árvore. Vai sofrer pra conseguir, tem que pelo menos passar por média na escola.”
.
A verdade é que na maioria das vezes assumimos uma dessas duas posturas. Amamos nossos filhos e no fundo, a intenção é sempre proteger...seja da falta ou do excesso. E pra variar, conseguir o equilíbrio é uma tarefa difícil, que exige um olhar gentil pro nosso interior para entender de onde vem o nosso comportamento com o dinheiro, com o consumo, com o “ter”. Estivemos no lugar da falta ou do excesso? Estamos ainda nessa posição? Queremos exatamente proteger nossos filhos de que? .
Eu não sei o lugar de onde você veio...mas quero te ajudar a pensar sobre ele e a refletir o que exatamente você deseja ensinar ao seus filhos. Isso não significa que não podemos comprar o último modelo do Iphone pro nosso filho que transformará ele em um consumista desenfreado e sem limites. Não significa também que não podemos realmente tentar ensinar que dinheiro não se encontra na esquina. A ideia do post é tentar analisar de onde vem o nosso comportamento, sobretudo, com o excesso (especialmente nesta época do ano) e atentar para os riscos que existem nele. Chamando atenção também para o fato de que não há nada de errado com uma criança que tem vontades. Todos nós sentimos vontades, algumas vezes podemos realizar, outras não. Há pessoas que podem realizar com mais facilidade. Outras que realizam essas vontades com muito mais dificuldade. E é sobre isso que a gente precisa ensinar. Que o “TER” nem sempre é possível, saudável e necessário.
.
💻Atendimento Online - acolhedoradepais@gmail.com
💻Programa de Psicoeducação de Pais - acolhedoradepais@gmail.com .
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Ana Flora Medeiros 
Psicóloga Parental

    Estamos sempre cheios de boas intenções. “Se eu posso comprar, pra que raios fazer a criança passar vontade? Ou se não posso, por que não fazer um esforço? Afinal não quero que meu filho seja o único na escola que não tem o último modelo do iphone. Era tão ruim quando eu estava nessa posição”
    X
    “Aqui em casa nada vem fácil! Na minha época não tinha negócio de celular, roupa da moda, brinquedo caro...Sofri pra conseguir tudo e faço a mesma coisa com meu filho. Dinheiro não nasce em árvore. Vai sofrer pra conseguir, tem que pelo menos passar por média na escola.”
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    A verdade é que na maioria das vezes assumimos uma dessas duas posturas. Amamos nossos filhos e no fundo, a intenção é sempre proteger...seja da falta ou do excesso. E pra variar, conseguir o equilíbrio é uma tarefa difícil, que exige um olhar gentil pro nosso interior para entender de onde vem o nosso comportamento com o dinheiro, com o consumo, com o “ter”. Estivemos no lugar da falta ou do excesso? Estamos ainda nessa posição? Queremos exatamente proteger nossos filhos de que? .
    Eu não sei o lugar de onde você veio...mas quero te ajudar a pensar sobre ele e a refletir o que exatamente você deseja ensinar ao seus filhos. Isso não significa que não podemos comprar o último modelo do Iphone pro nosso filho que transformará ele em um consumista desenfreado e sem limites. Não significa também que não podemos realmente tentar ensinar que dinheiro não se encontra na esquina. A ideia do post é tentar analisar de onde vem o nosso comportamento, sobretudo, com o excesso (especialmente nesta época do ano) e atentar para os riscos que existem nele. Chamando atenção também para o fato de que não há nada de errado com uma criança que tem vontades. Todos nós sentimos vontades, algumas vezes podemos realizar, outras não. Há pessoas que podem realizar com mais facilidade. Outras que realizam essas vontades com muito mais dificuldade. E é sobre isso que a gente precisa ensinar. Que o “TER” nem sempre é possível, saudável e necessário.
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    Ana Flora Medeiros
    Psicóloga Parental

    312 17 6 December, 2018
    Eu sei que existe uma grande quantidade de pessoas que acreditam mesmo que punir as crianças diante de um comportamento inadequado funciona. E eu não tenho dúvidas de que funciona. Funciona se pensarmos que a gente quer cessar aquele comportamento momentaneamente e imediatamente. .

Se a criança for punida diante de um mau comportamento possivelmente comportamento será interrompido. Mas quando falamos de educação, de relação entre pais e filhos, educadores e crianças e de aprendizagem de comportamentos adequados e saudáveis precisamos pensar a longo prazo e sair do imediatismo. .

Punir a criança interrompe momentaneamente comportamentos inadequados e traz uma sensação de dever cumprido também momentânea para os pais. Mas e depois? Quando esses comportamentos se tornam reincidentes?
.  Punições trazem sentimento de rejeição, despertam desejo de vingança, de rebeldia, possivelmente de dissimulação quando a criança planeja fazer a mesma coisa só que dessa vez escondido e uma possível redução de auto estima acreditando que é mesmo uma pessoa ruim por ter “merecido” tal castigo ou tal punição. .

Mas fique atento, punir não é a solução e ser permissivo muito menos. Depois de saber disso tudo, te convido a .

Quero te convidar para aprender sobre o equilíbrio e encontrar o caminho entre essas duas formas que pouco contribuem para uma formação saudável das nossas crianças. .
.

Podemos trabalhar juntos através do meu programa de Psicoeducação de Pais. ENVIA DIRECT QUE EU TE DIGO AS INFORMAÇÕES.

Ana Flora Medeiros 
Psicóloga Parental
Pós graduada em Parentalidade Positiva
Especialista em Neuropsicologia
Mestranda em Psicologia do Desenvolvimento

#parentalidadepositiva #desenvolvimentoinfantil #disciplinapositiva #acolhedoradepais #acolhimentofamiliar #educaçãopositiva #educaçãonaoviolenta #educarcomamor #educaçãoemocional #parentalidadeconsciente #parenting #maternidade

    Eu sei que existe uma grande quantidade de pessoas que acreditam mesmo que punir as crianças diante de um comportamento inadequado funciona. E eu não tenho dúvidas de que funciona. Funciona se pensarmos que a gente quer cessar aquele comportamento momentaneamente e imediatamente. .

    Se a criança for punida diante de um mau comportamento possivelmente comportamento será interrompido. Mas quando falamos de educação, de relação entre pais e filhos, educadores e crianças e de aprendizagem de comportamentos adequados e saudáveis precisamos pensar a longo prazo e sair do imediatismo. .

    Punir a criança interrompe momentaneamente comportamentos inadequados e traz uma sensação de dever cumprido também momentânea para os pais. Mas e depois? Quando esses comportamentos se tornam reincidentes?
    . Punições trazem sentimento de rejeição, despertam desejo de vingança, de rebeldia, possivelmente de dissimulação quando a criança planeja fazer a mesma coisa só que dessa vez escondido e uma possível redução de auto estima acreditando que é mesmo uma pessoa ruim por ter “merecido” tal castigo ou tal punição. .

    Mas fique atento, punir não é a solução e ser permissivo muito menos. Depois de saber disso tudo, te convido a .

    Quero te convidar para aprender sobre o equilíbrio e encontrar o caminho entre essas duas formas que pouco contribuem para uma formação saudável das nossas crianças. .
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    Podemos trabalhar juntos através do meu programa de Psicoeducação de Pais. ENVIA DIRECT QUE EU TE DIGO AS INFORMAÇÕES.

    Ana Flora Medeiros
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    Pós graduada em Parentalidade Positiva
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    #parentalidadepositiva #desenvolvimentoinfantil #disciplinapositiva #acolhedoradepais #acolhimentofamiliar #educaçãopositiva #educaçãonaoviolenta #educarcomamor #educaçãoemocional #parentalidadeconsciente #parenting #maternidade

    191 8 11 November, 2018
    Se você não viu o início desta série de post, volte um post e leia o início. 
É bem verdade que nada funciona como mágica quando se trata de educar crianças. Muitas vezes você irá precisa repetir a mesma orientação e a usar a mesma estratégias 50 vezes. E assim terá que ser, até que a criança consiga aprender. Por que o aprendizado algumas vezes exige além da sua capacidade de ensinar....exige que a criança tenha maturidade para aprender o que está sendo ensinado. Então, ter paciência e se livrar das expectativas é o primeiro segredo. Depois, é preciso avaliar se você sabe como conduzir, neste caso, a irritação em você mesmo pra que depois você consiga ensinar sobre isso a alguém (o seu filho ou filha). A gente não pode ensinar aquilo que não sabe, não é mesmo? Sendo assim, o segundo passo é trabalhar a forma como você lida com as emoções, conhecer seus gatilhos, reconhecer pensamentos automáticos, trabalhar crenças, emoções e comportamentos, portanto, pode ser que além do seu filho você também precise de ajuda...corra atrás dela! Por fim, entram as estratégias ou ferramentas que serão usadas diretamente com a criança. Há inúmeras e cabe ao adulto escolher aquelas que mais fazem sentido.
.
. 
Aqui seguem algumas orientações de como ajudar a criança a lidar com irritação: •	Ajudar a compreender o que sente, o que deseja e como conseguir. Quando sente algo negativo, explicar que é natural e procurar uma solução construtiva;
•	Ajudar a acalmar-se em situações de tensão (respirar fundo, pensar em coisas positivas). Reconhecer sempre que a criança demonstre capacidade de autorregulação;
•	Utilizar a linguagem dos sentimentos “Estou orgulhoso de você”, “Estás triste porque não podes jogar no celular”;
•	Concentre-se nos sentimentos positivos embora fale igualmente sobre os negativos.
•	Falar com a criança sobre as emoções – favorece a aprendizagem na expressão dos sentimentos e na regulação das emoções;
•	Evitar dizer “Não fique com raiva ”ou "Não chore" – A criança tem o direito de sentir raiva , deve sentir e aprender a regular esta emoção para que possa desenvolver um comportamento adaptativo. .
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Continua 👇 👇👇

    Se você não viu o início desta série de post, volte um post e leia o início.
    É bem verdade que nada funciona como mágica quando se trata de educar crianças. Muitas vezes você irá precisa repetir a mesma orientação e a usar a mesma estratégias 50 vezes. E assim terá que ser, até que a criança consiga aprender. Por que o aprendizado algumas vezes exige além da sua capacidade de ensinar....exige que a criança tenha maturidade para aprender o que está sendo ensinado. Então, ter paciência e se livrar das expectativas é o primeiro segredo. Depois, é preciso avaliar se você sabe como conduzir, neste caso, a irritação em você mesmo pra que depois você consiga ensinar sobre isso a alguém (o seu filho ou filha). A gente não pode ensinar aquilo que não sabe, não é mesmo? Sendo assim, o segundo passo é trabalhar a forma como você lida com as emoções, conhecer seus gatilhos, reconhecer pensamentos automáticos, trabalhar crenças, emoções e comportamentos, portanto, pode ser que além do seu filho você também precise de ajuda...corra atrás dela! Por fim, entram as estratégias ou ferramentas que serão usadas diretamente com a criança. Há inúmeras e cabe ao adulto escolher aquelas que mais fazem sentido.
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    Aqui seguem algumas orientações de como ajudar a criança a lidar com irritação: • Ajudar a compreender o que sente, o que deseja e como conseguir. Quando sente algo negativo, explicar que é natural e procurar uma solução construtiva;
    • Ajudar a acalmar-se em situações de tensão (respirar fundo, pensar em coisas positivas). Reconhecer sempre que a criança demonstre capacidade de autorregulação;
    • Utilizar a linguagem dos sentimentos “Estou orgulhoso de você”, “Estás triste porque não podes jogar no celular”;
    • Concentre-se nos sentimentos positivos embora fale igualmente sobre os negativos.
    • Falar com a criança sobre as emoções – favorece a aprendizagem na expressão dos sentimentos e na regulação das emoções;
    • Evitar dizer “Não fique com raiva ”ou "Não chore" – A criança tem o direito de sentir raiva , deve sentir e aprender a regular esta emoção para que possa desenvolver um comportamento adaptativo. .
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    167 4 23 October, 2018

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    Uma criança motivada, curiosa e com vontade de desbravar o mundo e tudo o que ele tem a oferecer, muito provavelmente será um adulto com essas mesmas características. A motivação infantil é sim, extremamente importante para a vida adulta e nós, como pais, mãe e educadores, podemos estimular isso na crianças desde cedo. O que precisamos entender é que a motivação é uma característica intrínseca da espécie humana. Desde que nascemos é ela que nos impulsiona ao suprimento de nossas necessidades mais básicas como comida, descanso e afeto. Basta observar como um bebezinho recém-nascido agita os braços e chora com vontade quando está faminto ou querendo o colo de alguém, demonstrando que a motivação infantil é uma realidade incontestável. Entretanto, os níveis de motivação que carregamos conosco na idade adulta são influenciados diretamente pela maneira como essa característica foi trabalhada (ou não) durante a nossa infância. É isso mesmo! Adultos altamente motivados e que correm atrás de seus objetivos de vida com gana e coragem certamente foram crianças estimuladas em sua capacidade de sentirem-se motivadas a encarar os desafios da vida. .
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Dessa forma, nós pais, precisamos saber como estimular essa motivação nas nossas crianças. E atualmente o que tem acontecido é que os pais buscam cada vez mais oferecer aos filhos o maior número de atividades possíveis para que eles destaquem. Esse agendamento excessivo fazem com que as crianças se preparem para a vida como se ela fosse uma espécie de combate, de guerra e competição. E esquecem que a vida deve ser muito mais sobre a capacidade de aprender valores, de estar motivado para enfrentar os desafios, de descobrir habilidades do que enfrentar uma guerra. Claro que as crianças precisam de um ambiente que as estimulem, e óbvio que algumas atividades podem ser muito boas pra isso. Mas, para além disso, a criança precisa de tempo...tempo para criar e também de relações fortes e estruturantes para que se sintam encorajadas e motivadas.
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❤️Por mais tempo e menos agenda! 💻Atendimento Online - acolhedoradepais@gmail.com
💻Programa de Psicoeducação de Pais - acolhedoradepais@gmail.com .
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Ana Flora Medeiros

    Uma criança motivada, curiosa e com vontade de desbravar o mundo e tudo o que ele tem a oferecer, muito provavelmente será um adulto com essas mesmas características. A motivação infantil é sim, extremamente importante para a vida adulta e nós, como pais, mãe e educadores, podemos estimular isso na crianças desde cedo. O que precisamos entender é que a motivação é uma característica intrínseca da espécie humana. Desde que nascemos é ela que nos impulsiona ao suprimento de nossas necessidades mais básicas como comida, descanso e afeto. Basta observar como um bebezinho recém-nascido agita os braços e chora com vontade quando está faminto ou querendo o colo de alguém, demonstrando que a motivação infantil é uma realidade incontestável. Entretanto, os níveis de motivação que carregamos conosco na idade adulta são influenciados diretamente pela maneira como essa característica foi trabalhada (ou não) durante a nossa infância. É isso mesmo! Adultos altamente motivados e que correm atrás de seus objetivos de vida com gana e coragem certamente foram crianças estimuladas em sua capacidade de sentirem-se motivadas a encarar os desafios da vida. .
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    Dessa forma, nós pais, precisamos saber como estimular essa motivação nas nossas crianças. E atualmente o que tem acontecido é que os pais buscam cada vez mais oferecer aos filhos o maior número de atividades possíveis para que eles destaquem. Esse agendamento excessivo fazem com que as crianças se preparem para a vida como se ela fosse uma espécie de combate, de guerra e competição. E esquecem que a vida deve ser muito mais sobre a capacidade de aprender valores, de estar motivado para enfrentar os desafios, de descobrir habilidades do que enfrentar uma guerra. Claro que as crianças precisam de um ambiente que as estimulem, e óbvio que algumas atividades podem ser muito boas pra isso. Mas, para além disso, a criança precisa de tempo...tempo para criar e também de relações fortes e estruturantes para que se sintam encorajadas e motivadas.
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    .
    Ana Flora Medeiros

    198 4 15 October, 2018
    #Repost @acolhedora.de.pais (@get_repost)
・・・
👉Arraste para o lado e veja todas as imagens .
.
As frases são fortes! Mas são reais. Essas respostas foram de uma pesquisa realizada no Reino Unido pela End Corporal Punishment e são falas de crianças entre 5 e 8 anos. .
Fica claro o sentimento que gera nas crianças de ameaça, tristeza, dor, humilhação e confusão. Há várias pesquisas no mundo inteiro que retratam os efeitos da violência severa e da "palmada educativa" como um fator que gera a reprodução do comportamento de bater, pelas crianças. Crianças que foram educadas dessa forma entendem que é um método apropriado para conseguirem o que desejam e imitam seus pais. E esses castigos fisicos se perpetuam ao longo das gerações. É por isso que precisamos buscar alternativas aos métodos educativos que mostram apenas uma dificuldade do adulto em buscar recursos para educar as crianças e em ter autocontrole e que promove um distanciamento dessa criança dos adultos de referência. .
Minha fonte para esse post foi: cthebean.wordpress.com/children-speak-about-how-spanking-feels-to-them.

Neste blog tem diversas respostas da investigação realizada com as crianças no Reino Unido. 
Ana Flora Medeiros 
Psicóloga Parental
Pós graduada em Parentalidade Positiva
Especialista em Neuropsicologia
Mestranda em Psicologia do Desenvolvimento

#parentalidadepositiva #educaçãonaoviolenta #educaçãopositiva #castigos #palmada #desenvolvimentoinfantil #acolhedoradepais #educacaoinfantil #educaçãoparental  #psicologiaparental

    #Repost @acolhedora.de.pais (@get_repost )
    ・・・
    👉Arraste para o lado e veja todas as imagens .
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    As frases são fortes! Mas são reais. Essas respostas foram de uma pesquisa realizada no Reino Unido pela End Corporal Punishment e são falas de crianças entre 5 e 8 anos. .
    Fica claro o sentimento que gera nas crianças de ameaça, tristeza, dor, humilhação e confusão. Há várias pesquisas no mundo inteiro que retratam os efeitos da violência severa e da "palmada educativa" como um fator que gera a reprodução do comportamento de bater, pelas crianças. Crianças que foram educadas dessa forma entendem que é um método apropriado para conseguirem o que desejam e imitam seus pais. E esses castigos fisicos se perpetuam ao longo das gerações. É por isso que precisamos buscar alternativas aos métodos educativos que mostram apenas uma dificuldade do adulto em buscar recursos para educar as crianças e em ter autocontrole e que promove um distanciamento dessa criança dos adultos de referência. .
    Minha fonte para esse post foi: cthebean.wordpress.com/children-speak-about-how-spanking-feels-to-them.

    Neste blog tem diversas respostas da investigação realizada com as crianças no Reino Unido.
    Ana Flora Medeiros
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    Pós graduada em Parentalidade Positiva
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    Mestranda em Psicologia do Desenvolvimento

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    85 1 13 October, 2018
    Por aqui estamos na fase do.medo, Francisco ás vezes fala que está com medo do nada e saí correndo para o colo mais próximo.

#Repost from @acolhedora.de.pais with @regram.app ... Todo mundo sente medo...eu, você, uma criança, um idoso. O ser humano sente medo, e é uma emoção como todas as outras. Logo, a gente não precisa dizer a criança que ela não está com medo, ou que o medo dela é bobagem ou ainda que o medo dela em determinada situação não faz  sentido. Precisamos valodar o medo, assim como todas as outras emoções . Dizer "eu sei que estás com medo" pode ser bem mais efetivo que dizer "não sinta medo que eu estou aqui pra te proteger". O sentimento de segurança precisa existir, claro. Mas não precisamos dizer a criança que não sinta determinada emoção. O interessante é que ela sinta a emoção e que aprenda a geri-la. Que aprenda a  conduzir este medo. Uma forma de conduzir isto seria redirecionar o pensamento.
.
 Um exemplo: “Eu sei que pode ser assustador pensar em monstros. Mas sabe o que você pode fazer para tirar isso da cabeça? Que tal mudarmos as imagens e pensarmos em uma coisa diferente? Vamos colocar nesse monstro uma roupa de ballet? Ou quem sabe se a gente vestir esse monstro de palhaço? Como ele ficaria?”
.
A intenção é ensinar a criança desde sempre que ela pode prestar atenção a atividade da sua mente e a redirecionar. O encorajamento no caso dos medos também é importante. Mas deixarei pra falar sobre ele outro post.

Ana Flora Medeiros 
Psicóloga Parental
Pós-graduada em Parentalidade Positiva
Especialista em Neuropsicologia
Mestranda em Psicologia do Desenvolvimento

#parentalidadepositiva #disciplinapositiva #medosinfantis #educaçãonaoviolenta #psicologiaparental #educarcomamor #educaçãoparental #acolhedoradepais #acolhimentofamiliar #desenvolvimentoinfantil #psicologiaonline

    Por aqui estamos na fase do.medo, Francisco ás vezes fala que está com medo do nada e saí correndo para o colo mais próximo.

    #Repost from @acolhedora.de.pais with @regram.app ... Todo mundo sente medo...eu, você, uma criança, um idoso. O ser humano sente medo, e é uma emoção como todas as outras. Logo, a gente não precisa dizer a criança que ela não está com medo, ou que o medo dela é bobagem ou ainda que o medo dela em determinada situação não faz sentido. Precisamos valodar o medo, assim como todas as outras emoções . Dizer "eu sei que estás com medo" pode ser bem mais efetivo que dizer "não sinta medo que eu estou aqui pra te proteger". O sentimento de segurança precisa existir, claro. Mas não precisamos dizer a criança que não sinta determinada emoção. O interessante é que ela sinta a emoção e que aprenda a geri-la. Que aprenda a conduzir este medo. Uma forma de conduzir isto seria redirecionar o pensamento.
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    Um exemplo: “Eu sei que pode ser assustador pensar em monstros. Mas sabe o que você pode fazer para tirar isso da cabeça? Que tal mudarmos as imagens e pensarmos em uma coisa diferente? Vamos colocar nesse monstro uma roupa de ballet? Ou quem sabe se a gente vestir esse monstro de palhaço? Como ele ficaria?”
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    A intenção é ensinar a criança desde sempre que ela pode prestar atenção a atividade da sua mente e a redirecionar. O encorajamento no caso dos medos também é importante. Mas deixarei pra falar sobre ele outro post.

    Ana Flora Medeiros
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    Pós-graduada em Parentalidade Positiva
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    23 2 9 October, 2018
    O que acontece quando observamos nossos filhos sem julgamentos? E se fizermos isso olhos nos olhos tentando enxergar a essência deles? .
.
E se fizermos tudo isso deixando nosso ego de lado? Deixando de lado a nossa necessidade de controle e disciplina? .
.
Eu sei que nossa necessidade de controlar e de disciplinar tem uma boa intenção. Tá...mas para hoje se liberta dela. .
.
Sabe por que? Essa necessidade tem a ver com com a tua necessidade de ser reconhecido, validado, aceito, visto, exatamente como teus filhos, por que aí dentro de você possivelmente tem uma criança que buscava isso tudo e não conseguiu ...Então só por hoje... e depois quem sabe por amanhã também que tal se a gente mudar de perspectiva? Deixar de lado essa necessidade gritante de hierarquia?? .
.
Você tá se perguntando se eu tô sugerindo que o caos se estabeleça na sua casa....Não,  é justamente o contrário.  Quando a gente se conecta com nossos filhos, quando enxergamos a natureza deles sem tentar modificá-la,  quando olhamos olho no olho e praticamos a presença nos despindo da necessidade de controle, quando falamos pra nossa criança interior que tá tudo bem e que podemos evoluir para um outro patamar.... é quando o caos se afasta e a harmonia chega. .
.
O que você acha da minha sugestão? 
Me conta aqui... .
.
Ana Flora Medeiros 
Psicóloga Parental
Pós graduada em Parentalidade Positiva
Especialista em Neuropsicologia
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www.acolhedoradepais.com 
#parentalidadepositiva #parenting #parentalidade #acolhimentofamiliar #acolhedoradepais #educaçãopositiva #educaçãoemocional #educaçãoemocional #desenvolvimentoinfantil #paisfelizesfilhosfelizes #criançafeliz #criaçãocomapego #disciplinapositiva #psicologiaparental #psicoeducaçãodepais #maternidade #autocontrole #parentalidadeconsciente

    O que acontece quando observamos nossos filhos sem julgamentos? E se fizermos isso olhos nos olhos tentando enxergar a essência deles? .
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    E se fizermos tudo isso deixando nosso ego de lado? Deixando de lado a nossa necessidade de controle e disciplina? .
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    Eu sei que nossa necessidade de controlar e de disciplinar tem uma boa intenção. Tá...mas para hoje se liberta dela. .
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    Sabe por que? Essa necessidade tem a ver com com a tua necessidade de ser reconhecido, validado, aceito, visto, exatamente como teus filhos, por que aí dentro de você possivelmente tem uma criança que buscava isso tudo e não conseguiu ...Então só por hoje... e depois quem sabe por amanhã também que tal se a gente mudar de perspectiva? Deixar de lado essa necessidade gritante de hierarquia?? .
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    Você tá se perguntando se eu tô sugerindo que o caos se estabeleça na sua casa....Não, é justamente o contrário. Quando a gente se conecta com nossos filhos, quando enxergamos a natureza deles sem tentar modificá-la, quando olhamos olho no olho e praticamos a presença nos despindo da necessidade de controle, quando falamos pra nossa criança interior que tá tudo bem e que podemos evoluir para um outro patamar.... é quando o caos se afasta e a harmonia chega. .
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    O que você acha da minha sugestão?
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    Especialista em Neuropsicologia
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    86 0 6 October, 2018
    Infelizmente estamos boa parte da vida apressados. E por vezes, inconscientemente , estamos apressando também nossas crianças. Estamos sempre a espera de mais e mais conquistas vindo de nós e dos nossos filhos. Algumas pessoas até se orgulham de terem “mini-adultos” em casa. Sim, quando você exige e se orgulha que sua criança comporta-se tal e qual uma moça ou um rapaz, você está ajudando-a a pular etapas. Criança precisa se comportar como criança. E ser criança é explorar, pular, dançar, se frustrar, fazer birra, chorar, sonhar e aprender sobre regras tbm. .
.
Apressar uma criança para crescer é desrespeitoso. É tirar-lhe o direito de ter um desenvolvimento harmonioso. Gera ansiedade e contribui para o mal do século, o adoecimento emocional. Quando esperamos que nossas crianças não ajam como tal estamos exigindo habilidades e competência que elas ainda não tem, e ferindo o direito delas em ser criança. Esperar ou incentivar que as crianças sejam mini-adultos é retirá-las a oportunidade de desenvolver habilidades essenciais para o seu futuro e bem-estar, é desrespeitar a individualidade e retirar o direito de sonhar. .
.
É obrigatório brincar, por que é brincando que a criança cresce. Brinque muito!  Brinque em todos os lugares, brinque quase que o tempo todo.  É obrigatório ter um adulto conectado a todas as crianças para que elas consigam ter suas necessidades atendidas. E é estritamente proibido transformar nossas crianças em adultos, afinal a fase adulta já é longa por demais.

Ana Flora Medeiros 
Psicóloga Parental
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#parentalidadepositiva #infância #desenvolvimentoinfantil #educaçãopositiva #educarcomamor #educaçaoemocional #psicologiainfantil #psicoeducaçãodepais #psicologiaparental #disciplinapositiva #acolhedoradepais #acolhimentofamiliar #parenting #maternidade #paternidade

    Infelizmente estamos boa parte da vida apressados. E por vezes, inconscientemente , estamos apressando também nossas crianças. Estamos sempre a espera de mais e mais conquistas vindo de nós e dos nossos filhos. Algumas pessoas até se orgulham de terem “mini-adultos” em casa. Sim, quando você exige e se orgulha que sua criança comporta-se tal e qual uma moça ou um rapaz, você está ajudando-a a pular etapas. Criança precisa se comportar como criança. E ser criança é explorar, pular, dançar, se frustrar, fazer birra, chorar, sonhar e aprender sobre regras tbm. .
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    Apressar uma criança para crescer é desrespeitoso. É tirar-lhe o direito de ter um desenvolvimento harmonioso. Gera ansiedade e contribui para o mal do século, o adoecimento emocional. Quando esperamos que nossas crianças não ajam como tal estamos exigindo habilidades e competência que elas ainda não tem, e ferindo o direito delas em ser criança. Esperar ou incentivar que as crianças sejam mini-adultos é retirá-las a oportunidade de desenvolver habilidades essenciais para o seu futuro e bem-estar, é desrespeitar a individualidade e retirar o direito de sonhar. .
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    É obrigatório brincar, por que é brincando que a criança cresce. Brinque muito! Brinque em todos os lugares, brinque quase que o tempo todo. É obrigatório ter um adulto conectado a todas as crianças para que elas consigam ter suas necessidades atendidas. E é estritamente proibido transformar nossas crianças em adultos, afinal a fase adulta já é longa por demais.

    Ana Flora Medeiros
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    141 5 6 October, 2018
    No fundo,nós pais, queremos oferecer o melhor para nossos filhos. Mas parece que no meio do caminho nos perdemos com as imensas variáveis que aparecem e que nos desestruturam. Um universo que parece não ser favorável para que os seres humanos se desenvolvam de maneira saudável. E um mundo que não é justo e por vezes pode maltratar.
.
.
 É preciso resiliência pra enfrentar as adversidades, sobretudo pra quem enfrenta problemas  que são determinantes para a saúde emocional. .
.
Termos a capacidade de conseguir construir novos caminhos em meio às adversidades parece ser crucial para viver. E em meio a um mundo que nos coloca diante de situações dificeis, descobrimos que ele também nos proporciona a condição de nos renovarmos. E intrinsecamente ao nosso desenvolvimento e existência , encontramos a capacidade de reconstruir, recomeçar e de se renovar. .
.
Quando mostramos aos nosso filhos que eles podem encontrar em nós, pais, confiança, amor, atenção, coragem, compreensão e tudo que pode proporcionar um desenvolvimento saudável...estamos ao mesmo tempo criando a possibilidade deles enxergarem o mundo com um olhar positivo e entenderem que felicidade não é sinônimo de ausência de problemas. .
.
Felicidade é ter a capacidade de enfrentamento e de traçar um novo caminho, sempre! .
.
💻Para atendimentos online envie email para acolhedoradepais@gmail.com
.
.

Ana Flora Medeiros 
Psicóloga Parental
Pós graduada em Parentalidade Positiva
Especialista em Neuropsicologia
Mestranda em Psicologia do Desenvolvimento 
#acolhimentofamiliar #acolhedoradepais #educaçãonaoviolenta #educarcomamor #educarcomrespeito #educaçãoparental #parentalidadepositiva #positiveparenting #educaçãopositiva #acolhedoradepais #acolhimentofamiliar #desenvolvimentoinfantil #parentalidadeconsciente #parenting #maternidade #equilibrioemocional #equilibrioparental se

    No fundo,nós pais, queremos oferecer o melhor para nossos filhos. Mas parece que no meio do caminho nos perdemos com as imensas variáveis que aparecem e que nos desestruturam. Um universo que parece não ser favorável para que os seres humanos se desenvolvam de maneira saudável. E um mundo que não é justo e por vezes pode maltratar.
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    É preciso resiliência pra enfrentar as adversidades, sobretudo pra quem enfrenta problemas que são determinantes para a saúde emocional. .
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    Termos a capacidade de conseguir construir novos caminhos em meio às adversidades parece ser crucial para viver. E em meio a um mundo que nos coloca diante de situações dificeis, descobrimos que ele também nos proporciona a condição de nos renovarmos. E intrinsecamente ao nosso desenvolvimento e existência , encontramos a capacidade de reconstruir, recomeçar e de se renovar. .
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    Quando mostramos aos nosso filhos que eles podem encontrar em nós, pais, confiança, amor, atenção, coragem, compreensão e tudo que pode proporcionar um desenvolvimento saudável...estamos ao mesmo tempo criando a possibilidade deles enxergarem o mundo com um olhar positivo e entenderem que felicidade não é sinônimo de ausência de problemas. .
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    Felicidade é ter a capacidade de enfrentamento e de traçar um novo caminho, sempre! .
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    💻Para atendimentos online envie email para acolhedoradepais@gmail.com
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    Ana Flora Medeiros
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    Mestranda em Psicologia do Desenvolvimento
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    184 1 6 October, 2018
    No meio do caos emocional que algumas situações podem provocar nas crianças e nos adultos, a criança pode ganhar muita coisa, se esses momentoa forem conduzido de maneira adequada e compreendido também. .
.
Não adianta a gente afirmar que é uma "fase terrível" ou que  é "apenas uma fase e vai passar”, se a gente não souber exatamente o que fazer para ajudar a criança a superá-la. .
.
 Compreender o estágio de desenvolvimento da criança e aprender a lidar com ele da melhor maneira possível é fundamental.
.
.
🤯Vamos tentar olhar as coisas pela perspectiva de uma criança de 2 ou 3 anos? .
.
Ela finalmente tem mais independência, já anda com segurança (a essa altura ela não apenas anda, mas pula, corre e faz coisas que quando a gente conta as pessoas até duvidam hehe), já adquiriu uma fluência muito maior na linguagem oral (embora ainda vá desenvolvê-la muito mais), talvez esteja até mesmo passando pelo desfralde, algumas até não fazem mais sonecas. .
.
Então, por um lado, ela se sente “gente grande” e muito mais independe. Mas, por outro lado, ela pode se sentir também incapaz de muitas coisas, principalmente por que o mundo lembra a ela isso o tempo todo.  Olhe ao redor e veja que quase tudo é feito para uso dos adultos e quase nada -muitas vezes nada- está adequado para uso da criança. .
.
Sem contar que ela assiste o tempo todo as pessoas adultas ou crianças mais velhas fazerem coisas que ela não consegue e que ela gostaria e também não está mais na posição de bebê. .
.
🤯O quão confuso isto pode ser?
.
.
O que acontece, na verdade, é que a criança por estas idades está enfrentando um grande dilema entre a autonomia e a total dependência (e esse dilema irá acontecer em outros momentos do desenvolvimento como na adolescência, por exemplo). Ela ainda é imatura para lidar com esses conflitos, por isso é que acontecem as explosões emocionais. .
.
Compreender isso te ajuda a não enxergar o comportamento do seu filho como uma afronta, um teste ou uma desobediência e te fazer entender que ele precisa mesmo é da sua ajuda, da sua empatia, e da sua orientação para que sua personalidade, sua autonomia e sua capacidade de gerir emoções e conflitos de desenvolva.

    No meio do caos emocional que algumas situações podem provocar nas crianças e nos adultos, a criança pode ganhar muita coisa, se esses momentoa forem conduzido de maneira adequada e compreendido também. .
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    Não adianta a gente afirmar que é uma "fase terrível" ou que é "apenas uma fase e vai passar”, se a gente não souber exatamente o que fazer para ajudar a criança a superá-la. .
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    Compreender o estágio de desenvolvimento da criança e aprender a lidar com ele da melhor maneira possível é fundamental.
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    🤯Vamos tentar olhar as coisas pela perspectiva de uma criança de 2 ou 3 anos? .
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    Ela finalmente tem mais independência, já anda com segurança (a essa altura ela não apenas anda, mas pula, corre e faz coisas que quando a gente conta as pessoas até duvidam hehe), já adquiriu uma fluência muito maior na linguagem oral (embora ainda vá desenvolvê-la muito mais), talvez esteja até mesmo passando pelo desfralde, algumas até não fazem mais sonecas. .
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    Então, por um lado, ela se sente “gente grande” e muito mais independe. Mas, por outro lado, ela pode se sentir também incapaz de muitas coisas, principalmente por que o mundo lembra a ela isso o tempo todo. Olhe ao redor e veja que quase tudo é feito para uso dos adultos e quase nada -muitas vezes nada- está adequado para uso da criança. .
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    Sem contar que ela assiste o tempo todo as pessoas adultas ou crianças mais velhas fazerem coisas que ela não consegue e que ela gostaria e também não está mais na posição de bebê. .
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    🤯O quão confuso isto pode ser?
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    O que acontece, na verdade, é que a criança por estas idades está enfrentando um grande dilema entre a autonomia e a total dependência (e esse dilema irá acontecer em outros momentos do desenvolvimento como na adolescência, por exemplo). Ela ainda é imatura para lidar com esses conflitos, por isso é que acontecem as explosões emocionais. .
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    Compreender isso te ajuda a não enxergar o comportamento do seu filho como uma afronta, um teste ou uma desobediência e te fazer entender que ele precisa mesmo é da sua ajuda, da sua empatia, e da sua orientação para que sua personalidade, sua autonomia e sua capacidade de gerir emoções e conflitos de desenvolva.

    286 24 3 October, 2018

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    #Repost @acolhedora.de.pais
• • •
As relações entre pais e filhos é muitas vezes movida pelo medo, pela ansiedade, pela pressa e pelo desespero. O medo de educar uma criança fraca, que não sabe enfrentar "o mundo real" é muitas vezes o que faz pais educarem crianças de forma agressiva e desrespeitosa,acreditando que punições, gritos, castigos, pressa para que as crianças cresçam, fortalecem um ser humano. E não! O mundo tá intolerante, tá faltando amor e respeito por que as pessoas estão adoecidas. E esse adoecimento é reflexo de gerações e gerações sendo educadas com violência ou negligência. .
.
Temos muito a fazer, muito a mudar ....e nossa contribuição pode começar formando seres humanos que contribuam também com essa mudança e transformem esse mundo adoecido em um lugar melhor de se viver. .
.
Ana Flora Medeiros 
Psicóloga Parental
Pós graduada em Parentalidade Positiva
Especialista em Neuropsicologia
Mestranda em Psicologia do Desenvolvimento
www.acolhedoradepais.com 
#parentalidadepositiva #acolhedoradepais #acolhimentofamiliar #desenvolvimentoinfantil #porummundomelhor #psicologiaparental #educaçãopositiva #educaçãonaoviolenta #educarcomamor #educarcomresponsabilidade

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    As relações entre pais e filhos é muitas vezes movida pelo medo, pela ansiedade, pela pressa e pelo desespero. O medo de educar uma criança fraca, que não sabe enfrentar "o mundo real" é muitas vezes o que faz pais educarem crianças de forma agressiva e desrespeitosa,acreditando que punições, gritos, castigos, pressa para que as crianças cresçam, fortalecem um ser humano. E não! O mundo tá intolerante, tá faltando amor e respeito por que as pessoas estão adoecidas. E esse adoecimento é reflexo de gerações e gerações sendo educadas com violência ou negligência. .
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    Temos muito a fazer, muito a mudar ....e nossa contribuição pode começar formando seres humanos que contribuam também com essa mudança e transformem esse mundo adoecido em um lugar melhor de se viver. .
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    Ana Flora Medeiros
    Psicóloga Parental
    Pós graduada em Parentalidade Positiva
    Especialista em Neuropsicologia
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    www.acolhedoradepais.com
    #parentalidadepositiva #acolhedoradepais #acolhimentofamiliar #desenvolvimentoinfantil #porummundomelhor #psicologiaparental #educaçãopositiva #educaçãonaoviolenta #educarcomamor #educarcomresponsabilidade

    8 0 2 October, 2018
    Tenho pensado em como falar de Parentalidade Positiva sem o caráter da receita mágica para criar filhos felizes ou das ferramentas para resolver conflitos e ter crianças amorosas que cooperam. Até por que esse não é o propósito quando falo sobre uma forma positiva de educar e quando falo da importância de priorizarmos um desenvolvimento emocional saudável das crianças. E tenho percebido que precisamos ser cautelosos ao falarmos sobre formas de relacionamento entre pais e filhos e relações humanas de maneira geral. Sabe por que?
.
.
 Primeiro por que é preciso respeitar a nossa humanidade, é preciso respeitar a história de cada pessoa que está aqui lendo sobre formas amorosas de educar as crianças e é preciso ter em conta o caminho que todos nós percorremos até aqui.  Segundo, por que cada um de nós recebe a teoria de uma forma diferente. Isso mesmo. A forma que eu interpreto uma ideia é totalmente diferente da sua. E é por isso que as coisas não acontecem da mesma forma para todo mundo. É exatamente sobre esta questão que eu quero falar hoje. .
.
Ninguém consegue ser a materialização das teorias.  Não existe a personificação da Disciplina ou da Parentalidade Positiva. Ninguém consegue seguir o passo a passo exatamente da forma como o livro coloca, por mais fiel que sejamos, vai ser sempre preciso encontrar a nossa maneira particular de agir, que pode se apresentar de diferentes formas igualmente respeitosas.  E pra continuar nesse caminho vai ser preciso uma coisa ainda mais importante do que conhecer e aplicar a teoria. Vai ser preciso explorar a nossa capacidade de perdão, de perdoar a nós mesmos pelo erros que cometemos e que iremos cometer. .
.
Tentar ser muito mais do que a gente consegue pode ser frustrante. Fazer aquilo que nos é possível talvez seja o caminho que nos conforte, que nos redime e que faz inclusive, algumas vezes, ir além de onde imaginávamos conseguir. E é esse caminho que tenho tentado percorrer. O caminho possível pra mim, aquele que é coerente com a minha história e que condiz com a minha humanidade e a minha subjetividade.
.
.
E você tem tentado seguir que caminho? .
.
Ana Flora Medeiros 
Psicóloga Parental
#parentalidadepositiva

    Tenho pensado em como falar de Parentalidade Positiva sem o caráter da receita mágica para criar filhos felizes ou das ferramentas para resolver conflitos e ter crianças amorosas que cooperam. Até por que esse não é o propósito quando falo sobre uma forma positiva de educar e quando falo da importância de priorizarmos um desenvolvimento emocional saudável das crianças. E tenho percebido que precisamos ser cautelosos ao falarmos sobre formas de relacionamento entre pais e filhos e relações humanas de maneira geral. Sabe por que?
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    Primeiro por que é preciso respeitar a nossa humanidade, é preciso respeitar a história de cada pessoa que está aqui lendo sobre formas amorosas de educar as crianças e é preciso ter em conta o caminho que todos nós percorremos até aqui. Segundo, por que cada um de nós recebe a teoria de uma forma diferente. Isso mesmo. A forma que eu interpreto uma ideia é totalmente diferente da sua. E é por isso que as coisas não acontecem da mesma forma para todo mundo. É exatamente sobre esta questão que eu quero falar hoje. .
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    Ninguém consegue ser a materialização das teorias. Não existe a personificação da Disciplina ou da Parentalidade Positiva. Ninguém consegue seguir o passo a passo exatamente da forma como o livro coloca, por mais fiel que sejamos, vai ser sempre preciso encontrar a nossa maneira particular de agir, que pode se apresentar de diferentes formas igualmente respeitosas. E pra continuar nesse caminho vai ser preciso uma coisa ainda mais importante do que conhecer e aplicar a teoria. Vai ser preciso explorar a nossa capacidade de perdão, de perdoar a nós mesmos pelo erros que cometemos e que iremos cometer. .
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    Tentar ser muito mais do que a gente consegue pode ser frustrante. Fazer aquilo que nos é possível talvez seja o caminho que nos conforte, que nos redime e que faz inclusive, algumas vezes, ir além de onde imaginávamos conseguir. E é esse caminho que tenho tentado percorrer. O caminho possível pra mim, aquele que é coerente com a minha história e que condiz com a minha humanidade e a minha subjetividade.
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    E você tem tentado seguir que caminho? .
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    Ana Flora Medeiros
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    #parentalidadepositiva

    88 1 1 October, 2018
    As relações entre pais e filhos é muitas vezes movida pelo medo, pela ansiedade, pela pressa e pelo desespero. O medo de educar uma criança fraca, que não sabe enfrentar "o mundo real" é muitas vezes o que faz pais educarem crianças de forma agressiva e desrespeitosa,acreditando que punições, gritos, castigos, pressa para que as crianças cresçam, fortalecem um ser humano. E não! O mundo tá intolerante, tá faltando amor e respeito por que as pessoas estão adoecidas. E esse adoecimento é reflexo de gerações e gerações sendo educadas com violência ou negligência. .
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Temos muito a fazer, muito a mudar ....e nossa contribuição pode começar formando seres humanos que contribuam também com essa mudança e transformem esse mundo adoecido em um lugar melhor de se viver. .
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#parentalidadepositiva #acolhedoradepais #acolhimentofamiliar #desenvolvimentoinfantil #porummundomelhor #psicologiaparental #educaçãopositiva #educaçãonaoviolenta #educarcomamor #educarcomresponsabilidade

    As relações entre pais e filhos é muitas vezes movida pelo medo, pela ansiedade, pela pressa e pelo desespero. O medo de educar uma criança fraca, que não sabe enfrentar "o mundo real" é muitas vezes o que faz pais educarem crianças de forma agressiva e desrespeitosa,acreditando que punições, gritos, castigos, pressa para que as crianças cresçam, fortalecem um ser humano. E não! O mundo tá intolerante, tá faltando amor e respeito por que as pessoas estão adoecidas. E esse adoecimento é reflexo de gerações e gerações sendo educadas com violência ou negligência. .
    .
    Temos muito a fazer, muito a mudar ....e nossa contribuição pode começar formando seres humanos que contribuam também com essa mudança e transformem esse mundo adoecido em um lugar melhor de se viver. .
    .
    Ana Flora Medeiros
    Psicóloga Parental
    Pós graduada em Parentalidade Positiva
    Especialista em Neuropsicologia
    Mestranda em Psicologia do Desenvolvimento
    www.acolhedoradepais.com
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    164 1 30 September, 2018
    Já parou para pensar quantas características nós admiramos nos adultos e essas mesmas características condenamos nas crianças? .
.
Adultos questionadores, corajosos, independentes, que não tem medo de arriscar são adultos admirados por muitos. E não há como ter tudo isso de na infância estas mesmas pessoas forem repreendidas. Coragem, autonomia, a habilidade de questionar se ensina a partir da infância. Ensinamos quando proporcionamos ao nossos filhos terem algum poder de decisão (daquilo que lhes cabe), quando ouvimos os seus desejos e a sua voz, quando possibilitamos que eles sejam atores de suas próprias vidas e quando os encorajamos. E por favor, não confundam isso com falta de limites. Uma coisa em nada ter a ver com a outra.
.
.
✨Um domingo de paz! 
Ana Flora Medeiros 
Psicóloga Parental
Pós graduada em Parentalidade Positiva
Especialista em Neuropsicologia
Mestranda em Psicologia do Desenvolvimento
www.acolhedoradepais.com 
#parentalidadepositiva #educaçãopositiva #encorajamento #criançafeliz #paisfelizesfilhosfelizes #equilibrioemocional #equilibrioparental #acolhedoradepais #desenvolvimentoinfantil #inteligênciaemocional #psicologiaparental

    Já parou para pensar quantas características nós admiramos nos adultos e essas mesmas características condenamos nas crianças? .
    .
    Adultos questionadores, corajosos, independentes, que não tem medo de arriscar são adultos admirados por muitos. E não há como ter tudo isso de na infância estas mesmas pessoas forem repreendidas. Coragem, autonomia, a habilidade de questionar se ensina a partir da infância. Ensinamos quando proporcionamos ao nossos filhos terem algum poder de decisão (daquilo que lhes cabe), quando ouvimos os seus desejos e a sua voz, quando possibilitamos que eles sejam atores de suas próprias vidas e quando os encorajamos. E por favor, não confundam isso com falta de limites. Uma coisa em nada ter a ver com a outra.
    .
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    140 2 30 September, 2018
    É fato que existem diversas teorias sobre desenvolvimento que afirmam coisas diferentes, umas
que os seres humanos nascem com características definidas e que estás são imutáveis, outras que afirmam que o meio irá
constuir a forma de pensar destes novos seres humanos, algumas que algumas que defendem a combinação das duas e por aí vai. .
.
Mas, é
preciso reconhecer que há a crença, para muitas pessoas, de que crianças são como folhas em
branco ou que são como massas de modelar. Que vamos escrevendo ou moldando, manipulando
até conseguirmos aquilo que desejamos.
.
.
E não é bem assim! Crianças são seres completos ainda
em formação. Parece contraditório não é? Mas é isso mesmo. São seres completos por que
apresentam natureza, capacidade de pensar, imaginação, necessidades, desejos e sua própria
forma de compreender o mundo e de formular ideias e ainda em formação por que vão, ao longo
do seu desenvolvimento, aprimorando essa forma de enxergar o mundo. .
.
Compare a vida com a construção de uma casa . Écomo se as crianças
estivessem trabalhando na parte estrutural da casa e a medida que crescem essa casa também vai se
fortalecendo até que na vida adulta já estarão na parte de consolidação das paredes.
.
.
E como nós
adultos contribuímos pra construção dessa base? Nós oferecemos o material de construção e a
própria criança, a partir daquilo que já faz parte dela, da sua subjetividade, da sua natureza (
contando sempre com a nossa ajuda) define a forma que irá fazer uso desse material e construir
sua própria casa.
.
.
E por que eu to falando 
disso tudo? Por que é importante darmos voz as crianças, é importante as enxergamos como
sujeitos capazes e como protagonistas de suas vidas. Assim como é de fundamental importância
assumirmos a responsabilidade do tipo de material que fornecemos para que elas trabalhem nessa
construção. E pra isso é preciso atenção. Atenção a maneira como comunicamos, atenção a forma
como nos comportamos e como nos relacionamentos com elas e sobretudo atenção ao que as crianças nos comunicam. .
.
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Continua nos comentários 👇👇

    É fato que existem diversas teorias sobre desenvolvimento que afirmam coisas diferentes, umas
    que os seres humanos nascem com características definidas e que estás são imutáveis, outras que afirmam que o meio irá
    constuir a forma de pensar destes novos seres humanos, algumas que algumas que defendem a combinação das duas e por aí vai. .
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    Mas, é
    preciso reconhecer que há a crença, para muitas pessoas, de que crianças são como folhas em
    branco ou que são como massas de modelar. Que vamos escrevendo ou moldando, manipulando
    até conseguirmos aquilo que desejamos.
    .
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    E não é bem assim! Crianças são seres completos ainda
    em formação. Parece contraditório não é? Mas é isso mesmo. São seres completos por que
    apresentam natureza, capacidade de pensar, imaginação, necessidades, desejos e sua própria
    forma de compreender o mundo e de formular ideias e ainda em formação por que vão, ao longo
    do seu desenvolvimento, aprimorando essa forma de enxergar o mundo. .
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    Compare a vida com a construção de uma casa . Écomo se as crianças
    estivessem trabalhando na parte estrutural da casa e a medida que crescem essa casa também vai se
    fortalecendo até que na vida adulta já estarão na parte de consolidação das paredes.
    .
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    E como nós
    adultos contribuímos pra construção dessa base? Nós oferecemos o material de construção e a
    própria criança, a partir daquilo que já faz parte dela, da sua subjetividade, da sua natureza (
    contando sempre com a nossa ajuda) define a forma que irá fazer uso desse material e construir
    sua própria casa.
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    E por que eu to falando 
    disso tudo? Por que é importante darmos voz as crianças, é importante as enxergamos como
    sujeitos capazes e como protagonistas de suas vidas. Assim como é de fundamental importância
    assumirmos a responsabilidade do tipo de material que fornecemos para que elas trabalhem nessa
    construção. E pra isso é preciso atenção. Atenção a maneira como comunicamos, atenção a forma
    como nos comportamos e como nos relacionamentos com elas e sobretudo atenção ao que as crianças nos comunicam. .
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    92 1 27 September, 2018
    Precisamos falar sobre o que realmente acontece por trás de determinados comportamentos e acabar com as crenças de que crianças testam sua sanidade mental propositalmente, ou fazem algo pra te provocar ou ainda são seres que vieram a esse mundo pra tirar totalmente sua paciência. Não se trata disso! Crianças choram sim, fazem coisas que podem parecer desafiadoras pra gente e nos fazem duvidar da nossa capacidade de educá-las. Mas definitivamente nada disso é proposital ou é um indicativo de que a criança é ruim, desobediente, de que tá tudo perdido. Muito menos é nossa função controlar e inibir, através de poder, determinados comportamentos. Nossa função, enquanto pais e educadores, é a de guiar, ser margem, ajudá-las a desenvolverem as estratégias adequadas , falar sobre o que não é coerente pra elas, pra nós e para os outros. Portanto , paremos com os rótulos e com as profecias sobre o futuro de crianças que ainda não conseguem agir da maneira que você espera. .
.
Ana Flora Medeiros
Psicóloga Parental
Pós graduada em Parentalidade Positiva
Especialista em Neuropsicologia
Mestranda em Psicologia do Desenvolvimento
www.acolhedoradepais.com 
#parentalidadepositiva #acolhedoradepais #desenvolvimentoinfantil #educaçãopositiva #educaçãonaoviolenta #educarcomresponsabilidade #educarcomamor #acolhimentofamiliar #psicologiainfantil #psicologiaparental #birras #castigo #parenting #motherhood #inteligênciaemocional #equilibrioemocional #equilibrioparental

    Precisamos falar sobre o que realmente acontece por trás de determinados comportamentos e acabar com as crenças de que crianças testam sua sanidade mental propositalmente, ou fazem algo pra te provocar ou ainda são seres que vieram a esse mundo pra tirar totalmente sua paciência. Não se trata disso! Crianças choram sim, fazem coisas que podem parecer desafiadoras pra gente e nos fazem duvidar da nossa capacidade de educá-las. Mas definitivamente nada disso é proposital ou é um indicativo de que a criança é ruim, desobediente, de que tá tudo perdido. Muito menos é nossa função controlar e inibir, através de poder, determinados comportamentos. Nossa função, enquanto pais e educadores, é a de guiar, ser margem, ajudá-las a desenvolverem as estratégias adequadas , falar sobre o que não é coerente pra elas, pra nós e para os outros. Portanto , paremos com os rótulos e com as profecias sobre o futuro de crianças que ainda não conseguem agir da maneira que você espera. .
    .
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    209 7 20 hours ago
    #Repost @sensitivityproject (@get_repost)
・・・ Se você começou o dia com algum sentimento de ansiedade, estresse, medo ou sem ânimo vamos fazer esse exercício de respiração?? .
.
Quando você entra em estado de tranquilidade e relaxamento, sua respiração naturalmente cai em frequência, assim como o batimento cardíaco e a pressão arterial. Dessa forma, a respiração tem o poder de modificar o humor e estado emocional.

É por essa razão que, no momento de estresse, ameaça, ansiedade e até de tristeza,  ter o controle de parar e respirar de forma consciente, inspirando e expirando lentamente, induz o sistema corporal a seguir o mesmo ritmo, preservando o desgaste metabólico proveniente das sensações de medo.
.
.
Faz e me conta aqui como você se sentiu! .
Ana Flora Medeiros
Psicóloga Parental
Pós graduada em Parentalidade e Educação Positivas
Especialista em Neuropsicologia
Mestranda em Psicologia do Desenvolvimento 
www.acolhedoradepais.com

#parentalidadepositiva
#educaçãopositiva
#disciplinapositiva 
#desenvolvimentoinfantil 
#emoções 
#inteligênciaemocional 
#mindfulness 
#atençãoplena 
#acolhedoradepais 
#psicologiaparental

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    ・・・ Se você começou o dia com algum sentimento de ansiedade, estresse, medo ou sem ânimo vamos fazer esse exercício de respiração?? .
    .
    Quando você entra em estado de tranquilidade e relaxamento, sua respiração naturalmente cai em frequência, assim como o batimento cardíaco e a pressão arterial. Dessa forma, a respiração tem o poder de modificar o humor e estado emocional.

    É por essa razão que, no momento de estresse, ameaça, ansiedade e até de tristeza, ter o controle de parar e respirar de forma consciente, inspirando e expirando lentamente, induz o sistema corporal a seguir o mesmo ritmo, preservando o desgaste metabólico proveniente das sensações de medo.
    .
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    Faz e me conta aqui como você se sentiu! .
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    26 3 22 September, 2018
    Precisamos acabar com o estigma de que cometer erros nos faz más pessoas. Afinal de contas as más escolhas são, por vezes, muitos tentadoras e ninguém é perfeito, correto? Mas podemos sempre escolher fazer melhor. .

Ao invés de recriminar uma má escolha, pergunte a criança como ela se sentiu ao fazê-la. Mas o faça SEM JULGAMENTOS.
.  Quando respeitamos os sentimentos e opiniões de nossos filhos, eles aprendem a confiar em seus instintos e a defender-se.
.

Quando resistimos à punição, com a intenção de aliviar momentaneamente a situação e somos capazes de orientar, as crianças aprendem a fazer melhor quando erram. .

Quando aceitamos suas emoções e quando somos capazes de nos autorregular, as crianças aprendem que as emoções e, portanto, o comportamento, podem ser gerenciados com responsabilidade.
.

Escrevi um artigo sobre isso no meu Blog e quem assina a Newsletter vai  receber ele na íntegra as 9:00 da noite. Quer receber? Clica no link da bio na aba "Newsletter" e espera 😉. Ana Flora Medeiros
Psicóloga Parental
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#acolhedoradepais #parentalidadepositiva #educaçãopositiva #psicologiaparental #educaçãodepais #disciplinapositiva

    Precisamos acabar com o estigma de que cometer erros nos faz más pessoas. Afinal de contas as más escolhas são, por vezes, muitos tentadoras e ninguém é perfeito, correto? Mas podemos sempre escolher fazer melhor. .

    Ao invés de recriminar uma má escolha, pergunte a criança como ela se sentiu ao fazê-la. Mas o faça SEM JULGAMENTOS.
    . Quando respeitamos os sentimentos e opiniões de nossos filhos, eles aprendem a confiar em seus instintos e a defender-se.
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    Quando resistimos à punição, com a intenção de aliviar momentaneamente a situação e somos capazes de orientar, as crianças aprendem a fazer melhor quando erram. .

    Quando aceitamos suas emoções e quando somos capazes de nos autorregular, as crianças aprendem que as emoções e, portanto, o comportamento, podem ser gerenciados com responsabilidade.
    .

    Escrevi um artigo sobre isso no meu Blog e quem assina a Newsletter vai receber ele na íntegra as 9:00 da noite. Quer receber? Clica no link da bio na aba "Newsletter" e espera 😉. Ana Flora Medeiros
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    72 0 20 September, 2018
    Ouvi essa frase de diversas formas e vindo de várias pessoas. Clientes, familiares , amigos. E vou te contar que acho parte dela verdadeira. Nossa Flora, sério? Sim...sério.  As crianças precisam de nossos abraços e de beijos, claro!  Mas abraços e beijos por si só não ensinam as crianças a fazer a coisa certa, nem a tomar decisões, muito menos a se autorregularem ou sobre questões morais. Assim como a violência, óbvio, também não. .

Como então ensinamos tudo isso as nossas crianças? Ensinamos a partir da nossa postura, do nosso exemplo, sendo modelo. Quando nos responsabilizamos pelos nossos atos, quando pedimos desculpas, quando regulamos nossas próprias emoções, quando tratamos os outros, incluindo nossos filhos, com respeito, cuidado e com afeto, quando priorizamos fazer a coisa certa mesmo quando ela tem um custo alto. Somente a partir daí nossos filhos aprendem sobre assumir responsabilidades, desculpar-se, regular suas próprias emoções, tratar os outros com respeito, fazer a coisa certa mesmo quando isso lhes custa. E isso pode sim ser acompanhado de muitos abraços e beijinhos. .

Mas e quando as crianças e os adolescentes, mesmo quando somos modelos, fazem escolhas erradas? .

Bom, eu escrevi um artigo sobre isso do Blog, e quem assina a Newsletter recebe gratuitamente no e-mail. Quer receber também? Clica no link da bio, na aba “Newsletter”, espera a janelinha de  colocar o e-mail aparecer e aguarda o final do dia pra ler esse artigo na íntegra.

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    Ouvi essa frase de diversas formas e vindo de várias pessoas. Clientes, familiares , amigos. E vou te contar que acho parte dela verdadeira. Nossa Flora, sério? Sim...sério. As crianças precisam de nossos abraços e de beijos, claro! Mas abraços e beijos por si só não ensinam as crianças a fazer a coisa certa, nem a tomar decisões, muito menos a se autorregularem ou sobre questões morais. Assim como a violência, óbvio, também não. .

    Como então ensinamos tudo isso as nossas crianças? Ensinamos a partir da nossa postura, do nosso exemplo, sendo modelo. Quando nos responsabilizamos pelos nossos atos, quando pedimos desculpas, quando regulamos nossas próprias emoções, quando tratamos os outros, incluindo nossos filhos, com respeito, cuidado e com afeto, quando priorizamos fazer a coisa certa mesmo quando ela tem um custo alto. Somente a partir daí nossos filhos aprendem sobre assumir responsabilidades, desculpar-se, regular suas próprias emoções, tratar os outros com respeito, fazer a coisa certa mesmo quando isso lhes custa. E isso pode sim ser acompanhado de muitos abraços e beijinhos. .

    Mas e quando as crianças e os adolescentes, mesmo quando somos modelos, fazem escolhas erradas? .

    Bom, eu escrevi um artigo sobre isso do Blog, e quem assina a Newsletter recebe gratuitamente no e-mail. Quer receber também? Clica no link da bio, na aba “Newsletter”, espera a janelinha de colocar o e-mail aparecer e aguarda o final do dia pra ler esse artigo na íntegra.

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    57 0 20 September, 2018
    #Repost @acolhedora.de.pais with @get_repost
・・・
Eu sei que existe uma grande quantidade de pessoas que acreditam mesmo que punir as crianças diante de um comportamento inadequado funciona. E eu não tenho dúvidas de que funciona. Funciona se pensarmos que a gente quer cessar aquele comportamento momentaneamente e imediatamente. .

Se a criança for punida diante de um mau comportamento possivelmente comportamento será interrompido. Mas quando falamos de educação, de relação entre pais e filhos, educadores e crianças e de aprendizagem de comportamentos adequados e saudáveis precisamos pensar a longo prazo e sair do imediatismo. .

Punir a criança interrompe momentaneamente comportamentos inadequados e traz uma sensação de dever cumprido também momentânea para os pais. Mas e depois? Quando esses comportamentos se tornam reincidentes?
.  Punições trazem sentimento de rejeição, despertam desejo de vingança, de rebeldia, possivelmente de dissimulação quando a criança planeja fazer a mesma coisa só que dessa vez escondido e uma possível redução de auto estima acreditando que é mesmo uma pessoa ruim por ter “merecido” tal castigo ou tal punição. .

Mas fique atento, punir não é a solução e ser permissivo muito menos. Depois de saber disso tudo, te convido a .

Quero te convidar para aprender sobre o equilíbrio e encontrar o caminho entre essas duas formas que pouco contribuem para uma formação saudável das nossas crianças. .
Podemos trabalhar juntos através do meu programa de Psicoeducação de Pais. ENVIA DIRECT QUE EU TE DIGO AS INFORMAÇÕES.

Ana Flora Medeiros 
Psicóloga Parental
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    ・・・
    Eu sei que existe uma grande quantidade de pessoas que acreditam mesmo que punir as crianças diante de um comportamento inadequado funciona. E eu não tenho dúvidas de que funciona. Funciona se pensarmos que a gente quer cessar aquele comportamento momentaneamente e imediatamente. .

    Se a criança for punida diante de um mau comportamento possivelmente comportamento será interrompido. Mas quando falamos de educação, de relação entre pais e filhos, educadores e crianças e de aprendizagem de comportamentos adequados e saudáveis precisamos pensar a longo prazo e sair do imediatismo. .

    Punir a criança interrompe momentaneamente comportamentos inadequados e traz uma sensação de dever cumprido também momentânea para os pais. Mas e depois? Quando esses comportamentos se tornam reincidentes?
    . Punições trazem sentimento de rejeição, despertam desejo de vingança, de rebeldia, possivelmente de dissimulação quando a criança planeja fazer a mesma coisa só que dessa vez escondido e uma possível redução de auto estima acreditando que é mesmo uma pessoa ruim por ter “merecido” tal castigo ou tal punição. .

    Mas fique atento, punir não é a solução e ser permissivo muito menos. Depois de saber disso tudo, te convido a .

    Quero te convidar para aprender sobre o equilíbrio e encontrar o caminho entre essas duas formas que pouco contribuem para uma formação saudável das nossas crianças. .
    Podemos trabalhar juntos através do meu programa de Psicoeducação de Pais. ENVIA DIRECT QUE EU TE DIGO AS INFORMAÇÕES.

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    17 0 19 September, 2018
    Eu sei que existe uma grande quantidade de pessoas que acreditam mesmo que punir as crianças diante de um comportamento inadequado funciona. E eu não tenho dúvidas de que funciona. Funciona se pensarmos que a gente quer cessar aquele comportamento momentaneamente e imediatamente. .

Se a criança for punida diante de um mau comportamento possivelmente comportamento será interrompido. Mas quando falamos de educação, de relação entre pais e filhos, educadores e crianças e de aprendizagem de comportamentos adequados e saudáveis precisamos pensar a longo prazo e sair do imediatismo. .

Punir a criança interrompe momentaneamente comportamentos inadequados e traz uma sensação de dever cumprido também momentânea para os pais. Mas e depois? Quando esses comportamentos se tornam reincidentes?
.  Punições trazem sentimento de rejeição, despertam desejo de vingança, de rebeldia, possivelmente de dissimulação quando a criança planeja fazer a mesma coisa só que dessa vez escondido e uma possível redução de auto estima acreditando que é mesmo uma pessoa ruim por ter “merecido” tal castigo ou tal punição. .

Mas fique atento, punir não é a solução e ser permissivo muito menos. Depois de saber disso tudo, te convido a .

Quero te convidar para aprender sobre o equilíbrio e encontrar o caminho entre essas duas formas que pouco contribuem para uma formação saudável das nossas crianças. .
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    Se a criança for punida diante de um mau comportamento possivelmente comportamento será interrompido. Mas quando falamos de educação, de relação entre pais e filhos, educadores e crianças e de aprendizagem de comportamentos adequados e saudáveis precisamos pensar a longo prazo e sair do imediatismo. .

    Punir a criança interrompe momentaneamente comportamentos inadequados e traz uma sensação de dever cumprido também momentânea para os pais. Mas e depois? Quando esses comportamentos se tornam reincidentes?
    . Punições trazem sentimento de rejeição, despertam desejo de vingança, de rebeldia, possivelmente de dissimulação quando a criança planeja fazer a mesma coisa só que dessa vez escondido e uma possível redução de auto estima acreditando que é mesmo uma pessoa ruim por ter “merecido” tal castigo ou tal punição. .

    Mas fique atento, punir não é a solução e ser permissivo muito menos. Depois de saber disso tudo, te convido a .

    Quero te convidar para aprender sobre o equilíbrio e encontrar o caminho entre essas duas formas que pouco contribuem para uma formação saudável das nossas crianças. .
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    141 10 19 September, 2018
    Estamos vivendo em uma época onde nossas crianças  estão literalmente sendo treinadas para se compararem aos outros.
.

São tempos em que as crianças aos 3 anos já precisam de uma hiper-performance nas escolas, ou o adolescente precisa mesmo ter um desempenho muito bom nas redes sociais para ser aceito pelos pares...e o que tem acontecido é que  o sentimento de “não ser o suficientemente bom” cresce assustadoramente. .
É nosso trabalho, enquanto pais, educadores e modelos mostrar que há outro jeito de existir, viver e ser. .

Um jeito  que celebra, valoriza e engrandece quem somos, exatamente COMO somos. 
E que nos recusamos a sermos definidos  por um padrão individual de desempenho ou de beleza;
.

Viva quem reconhece o progresso e não a perfeição. .
É com essas pequenas e valiosissímas  demonstrações que nós vamos mostrando um caminho alternativo para toda uma geração .
Ainda tenho duas vagas de atendimento online para 27 e 28 de setembro. Vem comigo rever os padrões de educação que você tem praticado? Envia DIRECT e eu te passo as informações. . 👇Marque uma pessoa que precisa ler essa mensagem ♥️ Ana Flora Medeiros 
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    Estamos vivendo em uma época onde nossas crianças estão literalmente sendo treinadas para se compararem aos outros.
    .

    São tempos em que as crianças aos 3 anos já precisam de uma hiper-performance nas escolas, ou o adolescente precisa mesmo ter um desempenho muito bom nas redes sociais para ser aceito pelos pares...e o que tem acontecido é que o sentimento de “não ser o suficientemente bom” cresce assustadoramente. .
    É nosso trabalho, enquanto pais, educadores e modelos mostrar que há outro jeito de existir, viver e ser. .

    Um jeito que celebra, valoriza e engrandece quem somos, exatamente COMO somos.
    E que nos recusamos a sermos definidos por um padrão individual de desempenho ou de beleza;
    .

    Viva quem reconhece o progresso e não a perfeição. .
    É com essas pequenas e valiosissímas demonstrações que nós vamos mostrando um caminho alternativo para toda uma geração .
    Ainda tenho duas vagas de atendimento online para 27 e 28 de setembro. Vem comigo rever os padrões de educação que você tem praticado? Envia DIRECT e eu te passo as informações. . 👇Marque uma pessoa que precisa ler essa mensagem ♥️ Ana Flora Medeiros
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    Mestranda em Psicologia do Desenvolvimento
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    #paisfelizesfilhosfelizes #parentalidadepositiva #parenting #acolhedoradepais #acolhimentofamiliar #desenvolvimentoinfantil #inteligênciaemocional #porummundomelhor #educaçãopositiva #educaçãonaoviolenta #educarcomresponsabilidade #educarcomamor #psicologiapositiva #psicologiaparental #psicoeducaçãodepais

    93 0 18 September, 2018
    Muito tem se falado, no contexto atual do Brasil, sobre a intolerância e tem sido muito triste assistir a tudo isso...a todos os discursos de ódio, de intolerância e de violência. .
Podemos aproveitar o atual contexto pra refletir o que queremos exatamente ensinar as nossas crianças. Queremos ensiná-las sobre intolerância? Sobre ódio? Sobre violência? Sobre o que cala o outro? Ou queremos construir um mundo onde as pessoas consigam ouvir o que as outras tem a dizer, o que sentem e o que desejam? Queremos ensinar sobre empatia e sobre alteridade??? A gente não vai ensinar coisas boas fazendo coisas ruins -regra básica da vida. E a tal da palmada, do grito, do castigo, da ameaça e da humilhação é ruim. E nem precisa ser cientista pra saber disso. É só você analisar os sentimentos que são gerados quando tudo isso acontece. .
Então você acha realmente que todas essas pessoas intolerantes que estão vomitando discursos de ódio por aí aprenderam sobre violência como mesmo? .
O mundo precisa mudar! E não adianta postar textão nas redes sociais sobre tolerância no contexto brasileiro atual se você não começar a trabalhar a tolerância com você, com seus filhos, com o companheiro, com os colegas de trabalho. Precisamos ser modelos. Só ensinaremos sobre gentileza , empatia , tolerância, cuidado e amor se assim fizermos primeiramente dentro das nossas casas. .
Por um mundo melhor, onde a tolerância e o amor prevaleçam. 
Ana Flora Medeiros 
Psicóloga Parental
Pós graduada em Parentalidade Positiva
Especialista em Neuropsicologia
Mestranda em Psicologia do Desenvolvimento
www.acolhedoradepais.com

#parentalidadepositiva #acolhedoradepais #acolhimentofamiliar #educaçãopositiva #educaçãonaoviolenta #educarcomresponsabilidade #educaçãodepais #psicologiainfantil #psicologiaparental #psicoeducaçãodepais #desenvolvimentoinfantil

    Muito tem se falado, no contexto atual do Brasil, sobre a intolerância e tem sido muito triste assistir a tudo isso...a todos os discursos de ódio, de intolerância e de violência. .
    Podemos aproveitar o atual contexto pra refletir o que queremos exatamente ensinar as nossas crianças. Queremos ensiná-las sobre intolerância? Sobre ódio? Sobre violência? Sobre o que cala o outro? Ou queremos construir um mundo onde as pessoas consigam ouvir o que as outras tem a dizer, o que sentem e o que desejam? Queremos ensinar sobre empatia e sobre alteridade??? A gente não vai ensinar coisas boas fazendo coisas ruins -regra básica da vida. E a tal da palmada, do grito, do castigo, da ameaça e da humilhação é ruim. E nem precisa ser cientista pra saber disso. É só você analisar os sentimentos que são gerados quando tudo isso acontece. .
    Então você acha realmente que todas essas pessoas intolerantes que estão vomitando discursos de ódio por aí aprenderam sobre violência como mesmo? .
    O mundo precisa mudar! E não adianta postar textão nas redes sociais sobre tolerância no contexto brasileiro atual se você não começar a trabalhar a tolerância com você, com seus filhos, com o companheiro, com os colegas de trabalho. Precisamos ser modelos. Só ensinaremos sobre gentileza , empatia , tolerância, cuidado e amor se assim fizermos primeiramente dentro das nossas casas. .
    Por um mundo melhor, onde a tolerância e o amor prevaleçam.
    Ana Flora Medeiros
    Psicóloga Parental
    Pós graduada em Parentalidade Positiva
    Especialista em Neuropsicologia
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    #parentalidadepositiva #acolhedoradepais #acolhimentofamiliar #educaçãopositiva #educaçãonaoviolenta #educarcomresponsabilidade #educaçãodepais #psicologiainfantil #psicologiaparental #psicoeducaçãodepais #desenvolvimentoinfantil

    71 3 17 September, 2018

Top #acolhedoradepais posts

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    ・・・
Precisamos falar sobre o que realmente acontece por trás de determinados comportamentos e acabar com as crenças de que crianças testam sua sanidade mental propositalmente, ou fazem algo pra te provocar ou ainda são seres que vieram a esse mundo pra tirar totalmente sua paciência. Não se trata disso! Crianças choram sim, fazem coisas que podem parecer desafiadoras pra gente e nos fazem duvidar da nossa capacidade de educá-las. Mas definitivamente nada disso é proposital ou é um indicativo de que a criança é ruim, desobediente, de que tá tudo perdido. Muito menos é nossa função controlar e inibir, através de poder, determinados comportamentos. Nossa função, enquanto pais e educadores, é a de guiar, ser margem, ajudá-las a desenvolverem as estratégias adequadas , falar sobre o que não é coerente pra elas, pra nós e para os outros. Portanto , paremos com os rótulos e com as profecias sobre o futuro de crianças que ainda não conseguem agir da maneira que você espera. .
.
Ana Flora Medeiros
Psicóloga Parental
Pós graduada em Parentalidade Positiva
Especialista em Neuropsicologia
Mestranda em Psicologia do Desenvolvimento
www.acolhedoradepais.com 
#parentalidadepositiva #acolhedoradepais #desenvolvimentoinfantil #educaçãopositiva #educaçãonaoviolenta #educarcomresponsabilidade #educarcomamor #acolhimentofamiliar #psicologiainfantil #psicologiaparental #birras #castigo #parenting #motherhood #inteligênciaemocional #equilibrioemocional #equilibrioparental

    ・・・
    Precisamos falar sobre o que realmente acontece por trás de determinados comportamentos e acabar com as crenças de que crianças testam sua sanidade mental propositalmente, ou fazem algo pra te provocar ou ainda são seres que vieram a esse mundo pra tirar totalmente sua paciência. Não se trata disso! Crianças choram sim, fazem coisas que podem parecer desafiadoras pra gente e nos fazem duvidar da nossa capacidade de educá-las. Mas definitivamente nada disso é proposital ou é um indicativo de que a criança é ruim, desobediente, de que tá tudo perdido. Muito menos é nossa função controlar e inibir, através de poder, determinados comportamentos. Nossa função, enquanto pais e educadores, é a de guiar, ser margem, ajudá-las a desenvolverem as estratégias adequadas , falar sobre o que não é coerente pra elas, pra nós e para os outros. Portanto , paremos com os rótulos e com as profecias sobre o futuro de crianças que ainda não conseguem agir da maneira que você espera. .
    .
    Ana Flora Medeiros
    Psicóloga Parental
    Pós graduada em Parentalidade Positiva
    Especialista em Neuropsicologia
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    #parentalidadepositiva #acolhedoradepais #desenvolvimentoinfantil #educaçãopositiva #educaçãonaoviolenta #educarcomresponsabilidade #educarcomamor #acolhimentofamiliar #psicologiainfantil #psicologiaparental #birras #castigo #parenting #motherhood #inteligênciaemocional #equilibrioemocional #equilibrioparental

    124 6 13 December, 2018

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    Estamos sempre cheios de boas intenções. “Se eu posso comprar, pra que raios fazer a criança passar vontade? Ou se não posso, por que não fazer um esforço? Afinal não quero que meu filho seja o único na escola que não tem o último modelo do iphone. Era tão ruim quando eu estava nessa posição”
X
“Aqui em casa nada vem fácil! Na minha época não tinha negócio de celular, roupa da moda, brinquedo caro...Sofri pra conseguir tudo e faço a mesma coisa com meu filho. Dinheiro não nasce em árvore. Vai sofrer pra conseguir, tem que pelo menos passar por média na escola.”
.
A verdade é que na maioria das vezes assumimos uma dessas duas posturas. Amamos nossos filhos e no fundo, a intenção é sempre proteger...seja da falta ou do excesso. E pra variar, conseguir o equilíbrio é uma tarefa difícil, que exige um olhar gentil pro nosso interior para entender de onde vem o nosso comportamento com o dinheiro, com o consumo, com o “ter”. Estivemos no lugar da falta ou do excesso? Estamos ainda nessa posição? Queremos exatamente proteger nossos filhos de que? .
Eu não sei o lugar de onde você veio...mas quero te ajudar a pensar sobre ele e a refletir o que exatamente você deseja ensinar ao seus filhos. Isso não significa que não podemos comprar o último modelo do Iphone pro nosso filho que transformará ele em um consumista desenfreado e sem limites. Não significa também que não podemos realmente tentar ensinar que dinheiro não se encontra na esquina. A ideia do post é tentar analisar de onde vem o nosso comportamento, sobretudo, com o excesso (especialmente nesta época do ano) e atentar para os riscos que existem nele. Chamando atenção também para o fato de que não há nada de errado com uma criança que tem vontades. Todos nós sentimos vontades, algumas vezes podemos realizar, outras não. Há pessoas que podem realizar com mais facilidade. Outras que realizam essas vontades com muito mais dificuldade. E é sobre isso que a gente precisa ensinar. Que o “TER” nem sempre é possível, saudável e necessário.
.
💻Atendimento Online - acolhedoradepais@gmail.com
💻Programa de Psicoeducação de Pais - acolhedoradepais@gmail.com .
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Ana Flora Medeiros 
Psicóloga Parental

    Estamos sempre cheios de boas intenções. “Se eu posso comprar, pra que raios fazer a criança passar vontade? Ou se não posso, por que não fazer um esforço? Afinal não quero que meu filho seja o único na escola que não tem o último modelo do iphone. Era tão ruim quando eu estava nessa posição”
    X
    “Aqui em casa nada vem fácil! Na minha época não tinha negócio de celular, roupa da moda, brinquedo caro...Sofri pra conseguir tudo e faço a mesma coisa com meu filho. Dinheiro não nasce em árvore. Vai sofrer pra conseguir, tem que pelo menos passar por média na escola.”
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    A verdade é que na maioria das vezes assumimos uma dessas duas posturas. Amamos nossos filhos e no fundo, a intenção é sempre proteger...seja da falta ou do excesso. E pra variar, conseguir o equilíbrio é uma tarefa difícil, que exige um olhar gentil pro nosso interior para entender de onde vem o nosso comportamento com o dinheiro, com o consumo, com o “ter”. Estivemos no lugar da falta ou do excesso? Estamos ainda nessa posição? Queremos exatamente proteger nossos filhos de que? .
    Eu não sei o lugar de onde você veio...mas quero te ajudar a pensar sobre ele e a refletir o que exatamente você deseja ensinar ao seus filhos. Isso não significa que não podemos comprar o último modelo do Iphone pro nosso filho que transformará ele em um consumista desenfreado e sem limites. Não significa também que não podemos realmente tentar ensinar que dinheiro não se encontra na esquina. A ideia do post é tentar analisar de onde vem o nosso comportamento, sobretudo, com o excesso (especialmente nesta época do ano) e atentar para os riscos que existem nele. Chamando atenção também para o fato de que não há nada de errado com uma criança que tem vontades. Todos nós sentimos vontades, algumas vezes podemos realizar, outras não. Há pessoas que podem realizar com mais facilidade. Outras que realizam essas vontades com muito mais dificuldade. E é sobre isso que a gente precisa ensinar. Que o “TER” nem sempre é possível, saudável e necessário.
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    Ana Flora Medeiros
    Psicóloga Parental

    312 17 6 December, 2018
    Eu sei que existe uma grande quantidade de pessoas que acreditam mesmo que punir as crianças diante de um comportamento inadequado funciona. E eu não tenho dúvidas de que funciona. Funciona se pensarmos que a gente quer cessar aquele comportamento momentaneamente e imediatamente. .

Se a criança for punida diante de um mau comportamento possivelmente comportamento será interrompido. Mas quando falamos de educação, de relação entre pais e filhos, educadores e crianças e de aprendizagem de comportamentos adequados e saudáveis precisamos pensar a longo prazo e sair do imediatismo. .

Punir a criança interrompe momentaneamente comportamentos inadequados e traz uma sensação de dever cumprido também momentânea para os pais. Mas e depois? Quando esses comportamentos se tornam reincidentes?
.  Punições trazem sentimento de rejeição, despertam desejo de vingança, de rebeldia, possivelmente de dissimulação quando a criança planeja fazer a mesma coisa só que dessa vez escondido e uma possível redução de auto estima acreditando que é mesmo uma pessoa ruim por ter “merecido” tal castigo ou tal punição. .

Mas fique atento, punir não é a solução e ser permissivo muito menos. Depois de saber disso tudo, te convido a .

Quero te convidar para aprender sobre o equilíbrio e encontrar o caminho entre essas duas formas que pouco contribuem para uma formação saudável das nossas crianças. .
.

Podemos trabalhar juntos através do meu programa de Psicoeducação de Pais. ENVIA DIRECT QUE EU TE DIGO AS INFORMAÇÕES.

Ana Flora Medeiros 
Psicóloga Parental
Pós graduada em Parentalidade Positiva
Especialista em Neuropsicologia
Mestranda em Psicologia do Desenvolvimento

#parentalidadepositiva #desenvolvimentoinfantil #disciplinapositiva #acolhedoradepais #acolhimentofamiliar #educaçãopositiva #educaçãonaoviolenta #educarcomamor #educaçãoemocional #parentalidadeconsciente #parenting #maternidade

    Eu sei que existe uma grande quantidade de pessoas que acreditam mesmo que punir as crianças diante de um comportamento inadequado funciona. E eu não tenho dúvidas de que funciona. Funciona se pensarmos que a gente quer cessar aquele comportamento momentaneamente e imediatamente. .

    Se a criança for punida diante de um mau comportamento possivelmente comportamento será interrompido. Mas quando falamos de educação, de relação entre pais e filhos, educadores e crianças e de aprendizagem de comportamentos adequados e saudáveis precisamos pensar a longo prazo e sair do imediatismo. .

    Punir a criança interrompe momentaneamente comportamentos inadequados e traz uma sensação de dever cumprido também momentânea para os pais. Mas e depois? Quando esses comportamentos se tornam reincidentes?
    . Punições trazem sentimento de rejeição, despertam desejo de vingança, de rebeldia, possivelmente de dissimulação quando a criança planeja fazer a mesma coisa só que dessa vez escondido e uma possível redução de auto estima acreditando que é mesmo uma pessoa ruim por ter “merecido” tal castigo ou tal punição. .

    Mas fique atento, punir não é a solução e ser permissivo muito menos. Depois de saber disso tudo, te convido a .

    Quero te convidar para aprender sobre o equilíbrio e encontrar o caminho entre essas duas formas que pouco contribuem para uma formação saudável das nossas crianças. .
    .

    Podemos trabalhar juntos através do meu programa de Psicoeducação de Pais. ENVIA DIRECT QUE EU TE DIGO AS INFORMAÇÕES.

    Ana Flora Medeiros
    Psicóloga Parental
    Pós graduada em Parentalidade Positiva
    Especialista em Neuropsicologia
    Mestranda em Psicologia do Desenvolvimento

    #parentalidadepositiva #desenvolvimentoinfantil #disciplinapositiva #acolhedoradepais #acolhimentofamiliar #educaçãopositiva #educaçãonaoviolenta #educarcomamor #educaçãoemocional #parentalidadeconsciente #parenting #maternidade

    191 8 11 November, 2018

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    Se você não viu o início desta série de post, volte um post e leia o início. 
É bem verdade que nada funciona como mágica quando se trata de educar crianças. Muitas vezes você irá precisa repetir a mesma orientação e a usar a mesma estratégias 50 vezes. E assim terá que ser, até que a criança consiga aprender. Por que o aprendizado algumas vezes exige além da sua capacidade de ensinar....exige que a criança tenha maturidade para aprender o que está sendo ensinado. Então, ter paciência e se livrar das expectativas é o primeiro segredo. Depois, é preciso avaliar se você sabe como conduzir, neste caso, a irritação em você mesmo pra que depois você consiga ensinar sobre isso a alguém (o seu filho ou filha). A gente não pode ensinar aquilo que não sabe, não é mesmo? Sendo assim, o segundo passo é trabalhar a forma como você lida com as emoções, conhecer seus gatilhos, reconhecer pensamentos automáticos, trabalhar crenças, emoções e comportamentos, portanto, pode ser que além do seu filho você também precise de ajuda...corra atrás dela! Por fim, entram as estratégias ou ferramentas que serão usadas diretamente com a criança. Há inúmeras e cabe ao adulto escolher aquelas que mais fazem sentido.
.
. 
Aqui seguem algumas orientações de como ajudar a criança a lidar com irritação: •	Ajudar a compreender o que sente, o que deseja e como conseguir. Quando sente algo negativo, explicar que é natural e procurar uma solução construtiva;
•	Ajudar a acalmar-se em situações de tensão (respirar fundo, pensar em coisas positivas). Reconhecer sempre que a criança demonstre capacidade de autorregulação;
•	Utilizar a linguagem dos sentimentos “Estou orgulhoso de você”, “Estás triste porque não podes jogar no celular”;
•	Concentre-se nos sentimentos positivos embora fale igualmente sobre os negativos.
•	Falar com a criança sobre as emoções – favorece a aprendizagem na expressão dos sentimentos e na regulação das emoções;
•	Evitar dizer “Não fique com raiva ”ou "Não chore" – A criança tem o direito de sentir raiva , deve sentir e aprender a regular esta emoção para que possa desenvolver um comportamento adaptativo. .
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Continua 👇 👇👇

    Se você não viu o início desta série de post, volte um post e leia o início.
    É bem verdade que nada funciona como mágica quando se trata de educar crianças. Muitas vezes você irá precisa repetir a mesma orientação e a usar a mesma estratégias 50 vezes. E assim terá que ser, até que a criança consiga aprender. Por que o aprendizado algumas vezes exige além da sua capacidade de ensinar....exige que a criança tenha maturidade para aprender o que está sendo ensinado. Então, ter paciência e se livrar das expectativas é o primeiro segredo. Depois, é preciso avaliar se você sabe como conduzir, neste caso, a irritação em você mesmo pra que depois você consiga ensinar sobre isso a alguém (o seu filho ou filha). A gente não pode ensinar aquilo que não sabe, não é mesmo? Sendo assim, o segundo passo é trabalhar a forma como você lida com as emoções, conhecer seus gatilhos, reconhecer pensamentos automáticos, trabalhar crenças, emoções e comportamentos, portanto, pode ser que além do seu filho você também precise de ajuda...corra atrás dela! Por fim, entram as estratégias ou ferramentas que serão usadas diretamente com a criança. Há inúmeras e cabe ao adulto escolher aquelas que mais fazem sentido.
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    Aqui seguem algumas orientações de como ajudar a criança a lidar com irritação: • Ajudar a compreender o que sente, o que deseja e como conseguir. Quando sente algo negativo, explicar que é natural e procurar uma solução construtiva;
    • Ajudar a acalmar-se em situações de tensão (respirar fundo, pensar em coisas positivas). Reconhecer sempre que a criança demonstre capacidade de autorregulação;
    • Utilizar a linguagem dos sentimentos “Estou orgulhoso de você”, “Estás triste porque não podes jogar no celular”;
    • Concentre-se nos sentimentos positivos embora fale igualmente sobre os negativos.
    • Falar com a criança sobre as emoções – favorece a aprendizagem na expressão dos sentimentos e na regulação das emoções;
    • Evitar dizer “Não fique com raiva ”ou "Não chore" – A criança tem o direito de sentir raiva , deve sentir e aprender a regular esta emoção para que possa desenvolver um comportamento adaptativo. .
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    167 4 23 October, 2018
    Uma criança motivada, curiosa e com vontade de desbravar o mundo e tudo o que ele tem a oferecer, muito provavelmente será um adulto com essas mesmas características. A motivação infantil é sim, extremamente importante para a vida adulta e nós, como pais, mãe e educadores, podemos estimular isso na crianças desde cedo. O que precisamos entender é que a motivação é uma característica intrínseca da espécie humana. Desde que nascemos é ela que nos impulsiona ao suprimento de nossas necessidades mais básicas como comida, descanso e afeto. Basta observar como um bebezinho recém-nascido agita os braços e chora com vontade quando está faminto ou querendo o colo de alguém, demonstrando que a motivação infantil é uma realidade incontestável. Entretanto, os níveis de motivação que carregamos conosco na idade adulta são influenciados diretamente pela maneira como essa característica foi trabalhada (ou não) durante a nossa infância. É isso mesmo! Adultos altamente motivados e que correm atrás de seus objetivos de vida com gana e coragem certamente foram crianças estimuladas em sua capacidade de sentirem-se motivadas a encarar os desafios da vida. .
.
Dessa forma, nós pais, precisamos saber como estimular essa motivação nas nossas crianças. E atualmente o que tem acontecido é que os pais buscam cada vez mais oferecer aos filhos o maior número de atividades possíveis para que eles destaquem. Esse agendamento excessivo fazem com que as crianças se preparem para a vida como se ela fosse uma espécie de combate, de guerra e competição. E esquecem que a vida deve ser muito mais sobre a capacidade de aprender valores, de estar motivado para enfrentar os desafios, de descobrir habilidades do que enfrentar uma guerra. Claro que as crianças precisam de um ambiente que as estimulem, e óbvio que algumas atividades podem ser muito boas pra isso. Mas, para além disso, a criança precisa de tempo...tempo para criar e também de relações fortes e estruturantes para que se sintam encorajadas e motivadas.
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❤️Por mais tempo e menos agenda! 💻Atendimento Online - acolhedoradepais@gmail.com
💻Programa de Psicoeducação de Pais - acolhedoradepais@gmail.com .
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Ana Flora Medeiros

    Uma criança motivada, curiosa e com vontade de desbravar o mundo e tudo o que ele tem a oferecer, muito provavelmente será um adulto com essas mesmas características. A motivação infantil é sim, extremamente importante para a vida adulta e nós, como pais, mãe e educadores, podemos estimular isso na crianças desde cedo. O que precisamos entender é que a motivação é uma característica intrínseca da espécie humana. Desde que nascemos é ela que nos impulsiona ao suprimento de nossas necessidades mais básicas como comida, descanso e afeto. Basta observar como um bebezinho recém-nascido agita os braços e chora com vontade quando está faminto ou querendo o colo de alguém, demonstrando que a motivação infantil é uma realidade incontestável. Entretanto, os níveis de motivação que carregamos conosco na idade adulta são influenciados diretamente pela maneira como essa característica foi trabalhada (ou não) durante a nossa infância. É isso mesmo! Adultos altamente motivados e que correm atrás de seus objetivos de vida com gana e coragem certamente foram crianças estimuladas em sua capacidade de sentirem-se motivadas a encarar os desafios da vida. .
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    Dessa forma, nós pais, precisamos saber como estimular essa motivação nas nossas crianças. E atualmente o que tem acontecido é que os pais buscam cada vez mais oferecer aos filhos o maior número de atividades possíveis para que eles destaquem. Esse agendamento excessivo fazem com que as crianças se preparem para a vida como se ela fosse uma espécie de combate, de guerra e competição. E esquecem que a vida deve ser muito mais sobre a capacidade de aprender valores, de estar motivado para enfrentar os desafios, de descobrir habilidades do que enfrentar uma guerra. Claro que as crianças precisam de um ambiente que as estimulem, e óbvio que algumas atividades podem ser muito boas pra isso. Mas, para além disso, a criança precisa de tempo...tempo para criar e também de relações fortes e estruturantes para que se sintam encorajadas e motivadas.
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    Ana Flora Medeiros

    198 4 15 October, 2018